8 de Janeiro: Relembre a invasão aos Três Poderes em Brasília

Entre os condenados estão Jair Bolsonaro, aliados e militares

Nesta quinta-feira (08/01), completam 3 anos das invasões às sedes dos Três Poderes em Brasília. Em 2023, manifestantes insatisfeitos com o resultado da eleição presidencial de 2022 avançaram contra o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).De acordo com o relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), entre os dias 5 e 7 de janeiro, 300 eleitores de Jair Messias Bolsonaro (PL) acamparam em frente ao Quartel General do Exército.Em seguida, vários ônibus foram surgindo e o número de pessoas subiu para 5.500. A partir dali, por volta das 13h, os bolsonaristas iniciaram uma marcha que culminaria em um atentado inédito no Brasil.++ PT pede para militantes a não chamarem Bolsonaro de “corrupto” e “fascista”Em suma, a repercussão desses atos permanece intensa até hoje. Posteriormente, um relatório da CPMI mostrou que falhas de segurança, demora em respostas e conivência parcial de forças policiais contribuíram para a gravidade do episódio.Veja uma retrospectiva dos acontecimentos:Depois dos ataques aos pilares da democracia tiveram consequências judiciais e financeiras. Até o momento, a Primeira Turma do STF condenou 810 pessoas, sendo 395 por crimes graves e 415 por crimes menos severos. Quatorze réus foram absolvidos.Mas nem todo mundo foi preso ou condenado. Isso porque algumas pessoas cometeram crimes sem violência ou sem ameaçar ninguém diretamente. Para esses casos, o STF permitiu acordos chamados de “não persecução penal”. Ou seja, ao invés dessas pessoas irem para a cadeia, elas precisaram cumprir medidas como prestação de serviços à comunidade e cursos sobre democracia.++ Barulho do ar-condicionado incomoda Bolsonaro na prisãoAnteriormente, o STF concluiu o julgamento das ações sobre a tentativa de golpe de Estado. Sendo assim, foram analisados 31 réus distribuídos em quatro núcleos, com 29 condenações, incluindo Jair Bolsonaro, aliados e militares.Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), comunicou a aliados que pretende usar o ato de 8 de Janeiro, como cenário para assinar o veto ao projeto de lei da… LEIA MAIS!

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