Bolsonaro deixa a prisão domiciliar para ir ao hospital. Saiba tudo!
Jair Bolsonaro deixou sua prisão domiciliar no sábado, 16 de agosto, para realizar exames médicos em Brasília. Ainda no mesmo dia, recebeu alta. O diagnóstico revelou esofagite e gastrite, além de “imagem residual de infecções pulmonares recentes”, possivelmente causadas por episódios de broncoaspiração.
Jair Bolsonaro deixou sua prisão domiciliar no sábado, 16 de agosto, para realizar exames médicos em Brasília. Ainda no mesmo dia, recebeu alta. O diagnóstico revelou esofagite e gastrite, além de “imagem residual de infecções pulmonares recentes”, possivelmente causadas por episódios de broncoaspiração.De acordo com familiares, ele enfrentava crises de soluços e dispneia — falta de ar — que motivaram a avaliação médica. Segundo o boletim, o quadro exige tratamento medicamentoso contínuo focado em refluxo, hipertensão arterial e medidas preventivas para evitar novas broncoaspirações.O exame hospitalar aconteceu após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Essa foi a primeira vez que Bolsonaro saiu de casa desde que cumpriu prisão domiciliar em 4 de agosto, por descumprimento de medidas cautelares.Entre as restrições impostas, incluem-se o uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e aos fins de semana, além de proibição de visitas, exceto a familiares ou advogados autorizados, e recusa no uso de redes sociais e celularesOs testes detectaram resquícios de duas infecções pulmonares. Essa condição surge geralmente após episódios de broncoaspiração — quando líquidos ou alimentos entram nas vias respiratórias, causando inflamações.Além disso, a endoscopia constatou persistência de esofagite e gastrite — inflamações no esôfago e no estômago — agora em nível mais leve, mas ainda com necessidade de acompanhamento medicamentosoNa saída do hospital, Bolsonaro permaneceu em silêncio, acolhendo orações de apoiadores reunidos no local. A defesa terá até 48 horas para protocolar o atestado médico no STF, conforme exigência imposta pelo ministro
