Ex de Vidente Chaline entra na Justiça e pede R$ 400 mil; entenda
Douglas Zarian, ex-marido da Vidente Chaline, acionou a Justiça e está pedindo R$ 400 mil em indenização após série de acusações
O rompimento entre Chaline Grazik, conhecida publicamente como “a vidente das estrelas”, e Douglas Zarian ganhou novos desdobramentos no campo jurídico e voltou a movimentar os bastidores do noticiário. Depois de uma série de declarações públicas e trocas de acusações, veio à tona que o ex-companheiro decidiu formalizar uma ação na Justiça. Segundo informações apuradas pela coluna de Fábia Oliveira, o processo detalha o histórico da relação, encerrada em novembro de 2025, período em que o casal já havia construído uma família com dois filhos e mantinha também uma parceria profissional. Atualmente, a influenciadora está grávida do terceiro filho do ex-marido.Na petição, Douglas Zarian descreve que a convivência teria se deteriorado por episódios recorrentes de ciúmes, reações impulsivas e conflitos intensos. Ele afirma ter sido alvo de ameaças, ofensas e constrangimentos públicos, alegando que a ex-companheira teria promovido uma campanha de desmoralização. Ainda conforme o documento, o autor anexou registros visuais que, segundo ele, indicariam comportamentos agressivos, além de sustentar que teriam sido disseminadas narrativas falsas envolvendo traições, abandono familiar e até acusações de saúde.No processo, Douglas Zarian também atribui à ex o que chama de “fenômeno de cancelamento”, afirmando que a exposição negativa teria provocado queda de seguidores, rompimento de contratos e prejuízos diretos à sua renda. Ele argumenta ainda que teria sido impedido de acessar bens e ferramentas de trabalho, o que comprometeu sua estabilidade financeira e dificultou a reorganização da vida profissional.Entre as solicitações apresentadas à Justiça, estão pedidos de indenização por danos morais, retratação pública nas redes sociais e aplicação de multas para novas menções ao seu nome. O autor também contesta o uso de uma medida protetiva, alegando que ela teria sido utilizada de forma estratégica para restringir o contato com os filhos. Além disso, solicita providências urgentes para a retirada de conteúdos já publicados e a proibição de novas divulgações relacionadas ao caso, enquanto o processo segue em tramitação.
