Cão Orelha: famílias dizem que adolescentes são inocentes

Ao todo, três adultos sendo eles o pai e um dos tios dos adolescentes foram indiciados

As famílias de dois jovens mencionados nas investigações da morte do cão “Orelha”, em Florianópolis (SC), emitiram declarações públicas negando a participação dos filhos no incidente e alegando que eles estão sendo alvo de “acusações injustas nas redes sociais”.Em uma das manifestações, os pais de um dos adolescentes afirmam que o filho “não tem qualquer relação com o fato” e que a família vem sofrendo ameaças e exposição de dados pessoais após a associação indevida do nome do jovem ao episódio.Outra família também negou a participação do filho nas agressões e disse que ele não aparece em vídeos que circulam nas redes. Os pais afirmam que uma viagem do adolescente, previamente programada, tem sido interpretada de forma equivocada como tentativa de fuga.Ambas as famílias dizem repudiar maus-tratos a animais, afirmam confiar no trabalho das autoridades e declaram estar colaborando com a investigação. “Circula nas redes sociais um vídeo que supostamente mostra os autores da agressão. Nosso filho não está nele”, afirmam os pais.A Polícia Civil de Santa Catarina investiga se um grupo de adolescentes seria o responsável pelas agressões que resultaram na morte do cão.Na manhã desta segunda-feira (26), a polícia realizou uma ação para investigar o caso, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos pelas agressões.

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