Paolla Oliveira solta o verbo contra adolescentes que mataram cão Orelha: ‘Bandidos’
Paolla Oliveira foi até as redes sociais e se mostrou revoltada com a morte do cachorro Orelha
A comoção provocada pela morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis, continua mobilizando personalidades e internautas. Desta vez, quem se manifestou publicamente foi Paolla Oliveira, que apareceu emocionada em uma rede social para comentar o caso envolvendo adolescentes investigados pelas agressões que levaram o animal à eutanásia. Com lágrimas nos olhos, a atriz expressou indignação diante da violência e questionou os limites da tolerância social diante de episódios semelhantes, chamando os responsáveis de “bandidos”.No início do desabafo, Paolla Oliveira refletiu sobre a necessidade de interromper a rotina para dar voz à revolta coletiva: “Como não parar um pouco a nossa vida para pelo menos falar alguma coisa, ver se alivia um pouco o coração diante da crueldade e de tamanha brutalidade que esses adolescentes cometeram contra um cãozinho, gente?”. Em seguida, reforçou a perplexidade diante do ocorrido: “Um animal inofensivo, um animal conhecido da comunidade. Qual é a justificativa para isso?”. A atriz ainda aprofundou o tom crítico ao afirmar: “Se adolescentes têm coragem de fazer uma atrocidade dessas, com essa frieza de matar a pauladas, marteladas… Eu não sei que adultos esse povo vai ser”.Durante a fala, a artista demonstrou emoção ao mencionar a sensação de impunidade e a condição social dos envolvidos. Em tom de desabafo, afirmou: “Enquanto um está na Disney, a gente está aqui sem conseguir respirar, sem conseguir fechar os olhos e imaginar a cena” e completou: “A gente não pode normalizar o inaceitável. Não pode ser uma opção”. Ela também relacionou o episódio a outras formas de violência, como feminicídio e patricídio, apontando que a banalização de crimes revela fragilidades profundas na sociedade.Encerrando sua manifestação, Paolla Oliveira defendeu que o caso não seja esquecido e que sirva como reflexão coletiva: “A gente não pode deixar essa situação simplesmente cair no esquecimento”. Mesmo reconhecendo que Orelha já não está mais presente, ela destacou que a mobilização busca consciência e responsabilidade: “É por justiça, pelo mínimo de consciência das pessoas que vão estar entre nós convivendo em sociedade amanhã e hoje”. O pronunciamento reforçou o apelo por empatia, responsabilidade social e atenção contínua ao desfecho das investigações.Um post compartilhado por Paolla Oliveira (@paollaoliveirareal)
