Brasileiro braço direito de Epstein diz que patrão “foi suicidado” e teme pela vida
Mordomo brasileiro de Epstein quebra o silêncio!
O brasileiro que foi mordomo de Jeffrey Epstein contestou a versão de suicídio do seu patrão. Dessa forma, ele insinuou que a morte do patrão foi forjada.Informações do Daily Telegraph. Valdson Vieira Cotrin comentou como foi conhecer Bill Clinton. “Eu estava tremendo, não é todo dia que se encontra alguém dessa importância”, declarou ele, que trabalhou por 18 anos para o Jeffrey e foi seu verdadeiro “Alfred”.+ BBB26: Capetinha chama Boneco com dislexia de “analfabeto”Ele ainda preserva uma relação de carinho com o ex-chefe, e disse que o patrão “amava demais a vida” para se matar, fato que teria acontecido na prisão em 2019, sem nenhuma filmagem ou testemunha para atestar. O brasileiro ainda disse que Trump conversava com o patrão para lhe dar um cargo em seu governo no primeiro mandato.Hoje com 63 anos, o Sr. Valdson tem nacionalidade brasileira e francesa, e chamava o patrão de “monsieur”. “Era uma troca constante de mulheres”, comentou ele sobre a rotina na casa do chefe. Em Paris, era o único funcionário em tempo integral do empresário e era mordomo, motorista e cozinheiro, realmente o Alfred de Bruce Wayne.+ BBB26: Jordana se vinga de Ana Paula e humilha ao vivoEle revela que preparou pratos e dirigiu para o príncipe Andrew “cinco ou seis vezes” e que famosos e políticos frequentavam a casa de Epstein, como Woody Allen e Peter Mandelson. Contudo, ele diz que nunca presenciou menores de idade com Jeffrey.Valdson também teme “ser suicidado”. Isso porque Virginia Giuffre, modelo que denunciou Epstein, supostamente suicidou em abril de 2025, e Jean-Luc Brunel, ex-funcionário do bilionário, em 2022. “Eu tenho medo, porque, depois do que aconteceu com eles, quem sabe o que pode acontecer?”, disparou.O Nikolas bem que tentou, mas a partir de hoje entram em vigor as novas regras do PIX, e muitas pessoas estão se perguntando o que muda com as alterações… Leia Mais!
