Império Serrano prepara despedida festiva a Arlindo Cruz

O sambista Arlindo Cruz, quefaleceu na sexta-feira, 8 de agosto de 2025, aos 66 anos, terá a despedida realizada no local que mais amava: a quadra da escola de samba Império Serrano.

O sambista Arlindo Cruz, quefaleceu na sexta-feira, 8 de agosto de 2025, aos 66 anos, terá a despedida realizada no local que mais amava: a quadra da escola de samba Império Serrano.Arlindo estava internado no Hospital Barra D’Or, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, desde abril, por conta de uma pneumonia. Entretanto, evoluiu para falência múltipla de órgãos.Seu vínculo com o Império Serrano se reflete na homenagem: a escola confirmou que o velório será um gurufim, celebração com música e afeto coletivo, conforme era o desejo do cantor.Diferente da formalidade tradicional, o velório começa às 18h de sábado, 9 de agosto, e assim se estenderá até as 10h de domingo, 10. Conforme o programado, haverá um intervalo reservado para familiares e amigos mais próximos.Logo depois, o sepultamento acontece às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap. Por sua vez, a prefeitura do Rio decretou luto oficial de três dias.No velório, música ao vivo vai marcar presença e manter o ritmo que sempre guiou sua obra. O Império Serrano divulgou nota ressaltando sua essência: “compositor genial, cantor de voz marcante e sambista de coração inteiro”, além de destacar os doze sambas vitoriosos e prêmios que conquistou, como “O Império do Divino” (2006), ainda ecoando no impérioPara o artista, que enfrentou um AVC grave em 2017, a volta ao desfile em 2023 foi vitória e afeto. Ele desfilou em cadeira de rodas, homenageado pelo enredo “Lugares de Arlindo”, acompanhado por seus filhos e esposa, num ato de fé e pertencimentoO Império Serrano informa que o velório do cantor e compositor Arlindo Cruz será realizado neste sábado (9), na quadra, a partir das 18h, em formato de gurufim, aberto ao público. A homenagem se estenderá até às 10h da manhã de domingo (10).O sepultamento ocorrerá no domingo,…Arlindo Cruz fez carreira iniciando como compositor – depois cantou suas criações, integrou o Fundo de Quintal até 1993 e continuou solo. Ao longo de sua trajetória, compôs sucessos que atravessaram gerações e enredou sua história na alma do samba.A despedida pública, carregada de música, emoção e tradição, encontra no ritmado tributo do gurufim o controle que Arlindo sempre teve sobre sua própria narrativa, uma despedida que se prolonga como canção e como legado ativo.

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