Estado de saúde de Seu Boinha é gravíssimo e ele corre risco de morte
O estado de saúde do influenciador Seu Boinha foi atualizado e segundo nota, é gravíssima a situação e ele ainda corre risco de morte após cirurgias
Internado em estado gravíssimo, Antônio Lisboa, conhecido como Seu Boinha, de 69 anos, segue sob cuidados intensivos em um hospital de Palmas. A atualização foi compartilhada por seu filho, Francisco Garcia, que informou que o idoso permanece na UTI, porém apresentou melhora ao deixar de ter febre. O quadro ainda inspira atenção, já que ele passou por várias cirurgias na cabeça e teve parte do crânio preservada na região abdominal como parte do tratamento.Nos stories, Francisco relatou o conteúdo de uma conversa com um parente sobre o estado de saúde do pai. “Saindo daqui do IOP. Ele melhorou da febre, mas teve que tomar sangue e ainda não acordou, só faz movimentos aos estímulos. Mas o quadro infeccioso atrapalha a questão neurológica também. Mas está estável, diminuíram as medicações para manter a pressão”, disse o familiar. Em seguida, ele acrescentou: “Vamos ver como ele responde. Um dia de cada vez! Ele pela manhã estava pior, usando Nora de 20 agora já diminuiu para 08 e parou de fazer febre. Então teve uma melhora”. A atualização terminou com a observação: “Tomou sangue, que também ajuda. Continuamos a fazer tudo que precisa ser feito. Agora é esperar como ele responde”.O rapaz também contou que decidiu chamar um padre para realizar a Unção dos Enfermos e fez questão de esclarecer o significado do ritual. “A unção não é um ‘aviso de morte’, nem algo para ‘desencarne iminente’. Ela é um sacramento de conforto, força e esperança da Igreja Católica. Cuidado espiritual”, explicou. Ele acrescentou: “O padre unge a pessoa, pedindo que Deus esteja presente naquele sofrimento, trazendo paz, alívio e amparo. Fortalecimento da alma. É uma oração para dar força interior ao doente — mesmo quando ele está inconsciente. A Igreja acredita que a alma escuta e recebe”.Ao detalhar o sentido religioso do gesto, Francisco completou: “Perdão e reconciliação. Se a pessoa não puder se confessar, a unção inclui o pedido de perdão dos pecados, trazendo descanso espiritual. Esperança — de cura ou de serenidade”. Ele reforçou que o sacramento não é ligado apenas ao fim da vida: “Em ambos os casos, o foco é entregar a vida da pessoa ao cuidado de Deus, seja para a cura, seja para a paz. Antigamente, era chamada de ‘extrema-unção’, e por isso muita gente associa à morte. Hoje, a Igreja deixa claro: é o sacramento da vida em sofrimento, não da morte”.
