Segundo suspeito de estupro coletivo em Copacabana se entrega à polícia

O cenário policial do Rio de Janeiro teve uma tarde movimentada nesta terça-feira (03/03). As autoridades confirmaram a detenção de mais um jovem, de 19 anos, conectado ao episódio de violência sexual sofrido por uma jovem de 17 anos no início do ano. O rapaz decidiu aparecer por conta própria na unidade da Polícia Civil […]

O cenário policial do Rio de Janeiro teve uma tarde movimentada nesta terça-feira (03/03). As autoridades confirmaram a detenção de mais um jovem, de 19 anos, conectado ao episódio de violência sexual sofrido por uma jovem de 17 anos no início do ano. O rapaz decidiu aparecer por conta própria na unidade da Polícia Civil em Botafogo, possivelmente pressionado pelo cerco que se fechava ao redor do grupo. As informações são da CNN Brasil.Este não foi o único desdobramento do dia. Horas antes, as grades já haviam se fechado para Mattheus Verissimo Zoel Martins, também de 19 anos, que compareceu à delegacia de Copacabana acompanhado de sua defesa técnica. Com essas duas apresentações voluntárias, a 12ª DP consegue dar passos largos para solucionar o terrível evento ocorrido dentro de um imóvel no coração turístico da capital fluminense.O histórico do caso aponta para uma emboscada cruel. A adolescente teria sido convidada por um conhecido de sua escola para ir a um apartamento. No entanto, o que parecia um encontro social se transformou em pesadelo quando ela foi isolada em um cômodo com quatro indivíduos. Relatos indicam que, mesmo após negar qualquer tipo de contato, a vítima foi submetida a agressões físicas e coação psicológica para que os atos fossem consumados.A estrutura da quadrilha já está totalmente mapeada pelos investigadores. Ao todo, o inquérito aponta a participação de cinco adultos e um adolescente. Na última semana, o Judiciário recebeu o pedido de prisão preventiva dos homens e a solicitação de apreensão do menor. O crime é tipificado como estupro coletivo, enquanto o infrator mais jovem responderá por ato infracional equivalente.Atualmente, os agentes trabalham intensamente para capturar os outros nomes que ainda não foram localizados. A prioridade máxima da corporação é garantir que todos os responsáveis pela violência em Copacabana sejam devidamente processados. A colaboração de testemunhas e novas provas seguem sendo fundamentais para que o caso não termine em impunidade.

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