Janja revela ter sido assediada 2 vezes durante mandato de Lula

Primeira-dama aborda violência contra mulheres em programa televisivo

Nessa última terça-feira (03/03), Janja concedeu entrevista ao programa “Sem Censura”, da TV Brasil, e fez uma revelação chocante. De acordo com a primeira-dama, ela foi vítima de assédio em duas ocasiões durante o mandato do marido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).Dessa forma, a primeira-dama falou sobre os episódios em uma edição especial da atração, dedicada ao combate à violência doméstica e ao feminicídio. Segundo Janja, mesmo com proteção de seguranças e visibilidade pública, ela enfrentou situações que muitas mulheres enfrentam diariamente.“Eu fui assediada nesse período duas vezes. Eu sendo primeira-dama, estando nos lugares que me acho segura, e mesmo assim fui assediada.“, afirmou logo a princípio.++ Em ato na Paulista, Malafaia acusa Moraes de corrupção: “Ele foi comprado”Em seguida, sem detalhar os casos, Janja destacou a vulnerabilidade das mulheres em diferentes contextos. “Se eu, como primeira-dama, que tenho toda uma equipe em torno, um olhar, câmeras e cuidados [fui assediada], imagina uma mulher no ponto de ônibus às 22h? A gente não tem segurança em lugar nenhum.“, lamentou por fim.Assista:Janja revelou no “Sem Censura” que sofreu assédio duas vezes como primeira-dama, é mais um retrato de uma realidade que atravessa cargos, espaços e posições. O assédio não escolhe função, não respeita autoridade e não distingue visibilidade pública.É uma violência que silencia,… pic.twitter.com/0hWQIrpvJz— Talíria Petrone (@taliriapetrone) March 3, 2026Posteriormente, a conversa também abordou o Pacto dos Três Poderes contra o Feminicídio, lançado pelo governo federal em fevereiro. O programa prevê a atuação coordenada e contínua dos Três Poderes para prevenir a violência contra meninas e mulheres, reconhecendo que o problema é estrutural e requer ações integradas.Entre as metas do pacto estão a aceleração do cumprimento de medidas protetivas e o fortalecimento das redes de enfrentamento à violência em todo o país. Além disso, a ampliação de ações educativas e a responsabilização de agressores, com foco na redução da impunidade.++ Carta de Bolsonaro para Michelle vem à tona e expõe tensão

Carregar Mais Notícias