Atriz de “Baywatch” é presa novamente após protesto por direitos animais nos EUA
A atriz Alexandra Paul, conhecida por seu papel na série Baywatch, foi presa pela segunda vez após participar de um protesto em defesa dos direitos dos animais nos Estados Unidos.
A atriz Alexandra Paul, conhecida por seu papel na série Baywatch, foi presa pela segunda vez após participar de um protesto em defesa dos direitos dos animais nos Estados Unidos.A detenção ocorreu no último domingo (15), na cidade de Blue Mounds, no estado de Wisconsin. Segundo informações divulgadas pela revista People, Alexandra foi acusada de invasão de propriedade e de libertar animais durante a ação.De acordo com as autoridades, entre 50 e 60 manifestantes teriam invadido a propriedade da empresa Ridglan Farm, um criadouro que fornece cães para pesquisas científicas. Durante o protesto, alguns ativistas teriam retirado animais do local.Cerca de 20 pessoas foram presas, incluindo a atriz. Parte dos cães da raça beagle foi recuperada e devolvida à empresa, mas outros ainda seguem desaparecidos. As autoridades também apreenderam veículos, ferramentas e outros materiais utilizados na ação.O caso segue sob investigação.O xerife Kalvin Barrett afirmou que compreende a preocupação dos ativistas com o bem-estar animal, mas ressaltou a necessidade de respeitar os limites legais.“Entendemos o quanto as pessoas se importam com os animais e respeitamos o direito ao protesto pacífico. No entanto, devemos agir quando há atividades ilegais”, declarou.Ele também incentivou que denúncias e manifestações sejam feitas por meios legais e institucionais.Esta não é a primeira vez que Alexandra Paul enfrenta problemas legais relacionados ao ativismo. Em 2021, ela foi acusada de furtar duas galinhas de um caminhão durante outra ação. O caso foi julgado em 2023, e a atriz acabou sendo considerada inocente.Conhecida por sua militância, Alexandra afirma que sua atuação em defesa dos animais começou ainda na adolescência, quando adotou o vegetarianismo aos 14 anos. Anos depois, tornou-se vegana e passou a evitar o uso de produtos de origem animal, inclusive em contratos profissionais.A nova prisão reacende o debate sobre os limites entre ativismo e ilegalidade, especialmente em ações ligadas à causa animal.
