Nova subvariante da Covid-19 está sendo monitorada; VEJA o que se sabe!
Linhagem BA.3.2 apresenta mutações relevantes, mas não indica maior gravidade até o momento
A variante BA.3.2 do vírus da COVID-19, conhecida como Cicada, segue sob monitoramento desde que foi relatada em 23 países até terça-feira (06/04), segundo dados de autoridades de saúde e centros de pesquisa internacionais. A linhagem foi identificada pela primeira vez em 22 de novembro de 2024, na África do Sul. As informações são do UOL.A Global Virus Network informou que análises iniciais apontam capacidade de escape de anticorpos, mas destacou que “as evidências atuais não indicam motivo para alarme ou preocupação pública exacerbada”.A BA.3.2 é considerada uma linhagem altamente divergente do vírus SARS-CoV-2, com cerca de 70 a 75 mutações na proteína spike, estrutura que permite a entrada do vírus nas células humanas, de acordo com o CDC.O apelido Cicada surgiu em referência ao comportamento de cigarras, que aparecem em grande número após longos períodos ocultas, já que a variante voltou a ser detectada em maior escala após um intervalo sem registros.Até fevereiro de 2026, a linhagem foi identificada em 23 países, com aumento de casos a partir de setembro de 2025. O Brasil não apresenta confirmações dessa variante até o momento.Especialistas indicam que não existem sinais de maior gravidade nos quadros clínicos associados à BA.3.2. Os sintomas observados seguem padrão semelhante ao de outras variantes recentes, incluindo dor de garganta, tosse, congestão nasal, cansaço, dor de cabeça e febre, além de possíveis manifestações gastrointestinais.A vigilância da variante envolve análise genômica, monitoramento de esgoto e testagem de viajantes, estratégias adotadas por órgãos de saúde para acompanhar a disseminação.Pesquisadores destacam que o número elevado de mutações exige atenção quanto à eficácia das vacinas atuais, embora não haja indicação de perda significativa de proteção contra formas graves da doença.Autoridades de saúde reforçam a importância de manter a vacinação atualizada e seguir medidas básicas de prevenção, como testagem em caso de sintomas e uso de máscaras em situações indicadas.
