Regina Casé relembra decisão envolvendo os dois filhos: ‘Eu escolhi…’

A apresentadora Regina Casé relembrou como escolheu o nome de seus filhos,  Roque, de 12 anos, e Benedita Casé, de 36

A apresentadora Regina Casé aproveitou um tempo livre nesta quinta-feira, 09, para abrir uma caixinha de perguntas em seu perfil nas redes sociais. Durante a interação, ela respondeu um internauta que quis saber como ela escolheu o nome de seus filhos,  Roque, de 12 anos, e Benedita Casé, de 36.E a artista contou que sempre teve preferência por nomes diferentes e com significado especial. “Bom, como eu escolhi os nomes Benedita e Rocco? Primeiro, porque eu acho lindos. Escolhi também o do meu neto, Bras. Porque eu gosto de nomes diferentes”, iniciou ela na resposta.A comunicadora ainda refletiu sobre a repetição de nomes comuns. “Por exemplo, na sala da minha filha, não vou dizer qual, mas tem vários nomes de menina que têm 30, então só chama pelo sobrenome. Menino, porque aquela criancinha pequenininha, o Fonseca, o Medeiros, o não sei o quê, porque todo mundo tem o mesmo nome”, disse.Ao falar de Benedita, Regina Casé revelou que a escolha tem uma ligação afetiva com sua infância.“A Benedita era uma música linda”, disse, antes de relembrar um trecho da canção. “Benedito, pretinho, olha as ondas do mar, lê, lê, lê, olha as ondas do mar. Aí ele vai, ele vem, ele torna a voltar”, cantarolou.E completou: “Que tinha na minha escola, com sete anos, eu falei: se eu tiver filho ou filha, vai ser Benedito”. Já o nome do caçula também carrega um significado especial. A apresentadora contou que Roque foi inspirado em São Roque, por quem tem carinho. “E Roque, por causa de São Roque, meu querido que me trouxe o Roque”.Vale lembrar que Regina é mãe de dois filhos: Benedita, fruto de seu relacionamento com o artista plástico Luiz Zerbini, e Roque, de seu casamento com Estevão Ciavatta. Em entrevista ao jornal O Globo em 2024, ela falou sobre a diversidade de sua família.“Minha família é multirracial e diversa. Tenho uma filha que é surda. Ela me ajudou a ter um letramento anticapacitista. O Roque foi batizado em sete religiões. Ao virar mãe de um menino preto, eu, que sempre estive na luta antirracista, entendi mais sobre racismo”, declarou.Leia também: Regina Casé abre as portas de sua casa em Mangaratiba  Uma publicação partilhada por Regina Casé (@reginacase) 

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