Com fortuna de R$ 30 milhões, autora revela identidade e nova profissão após 23 anos

Autora de sucesso revelou sua verdadeira identidade e nova profissão após 23 anos usando pseudônimos

Dona de uma fortuna estimada em US$ 6 milhões, cerca de R$ 30 milhões, a autora Freida McFadden (45) decidiu anunciar sua verdadeira identidade. Criadora do livro A Empregada, que inspirou o filme homônimo, ela passou 23 anos publicando por meio do pseudônimo e usando vários disfarces em suas aparições públicas.Leia também: Aos 73 anos, viúva de cantor coloca mansão da família à venda por R$ 86,9 milhõesEm entrevista ao jornal USA Today, ela revelou que seu verdadeiro nome é Sara Cohen. Ela, que já chegou a usar perucas em aparições públicas para não ser reconhecida, explicou que optou por usar pseudônimos para que a vida literária não impactasse em sua rotina como médica especializada em lesões cerebrais em um hospital de Nova York.Na entrevista, ela afirmou: “Estou em um ponto da minha carreira em que estou cansada disso ser um segredo. Estou cansada de as pessoas discutirem se eu sou uma pessoa real ou se sou três homens. Eu sou uma pessoa real, tenho uma identidade real e não tenho nada a esconder“. Ela ainda brincou sobre as perucas: “Eu não faço ideia de como arrumar meu cabelo“.“Meu objetivo sempre foi manter isso em segredo até que eu estivesse pronta para me afastar do meu trabalho como médica, para que não fosse algo em que todas as pessoas com quem trabalho descobrissem de repente e isso comprometesse minha capacidade de fazer meu trabalho“, completou. “A minha vida muito mais sem graça do que qualquer coisa que acontece nos meus livros“.A trajetória da autora é considerada um dos fenômenos mais impressionantes do mercado editorial moderno, representando a ascensão máxima dos autores que utilizam as plataformas digitais para alcançar o estrelato global. Médica especializada em reabilitação cerebral, Freida iniciou sua jornada na escrita como um projeto paralelo à sua exigente carreira na medicina.Por anos, ela publicou seus livros de forma independente através do Kindle Direct Publishing (KDP) da Amazon, construindo silenciosamente uma base de fãs leais através de thrillers psicológicos conhecidos por seus capítulos curtos, ritmo frenético e reviravoltas de “explodir a cabeça“.O ponto de virada ocorreu quando suas obras começaram a viralizar organicamente em comunidades de leitores como o BookTok (TikTok) e o Bookstagram. A habilidade de McFadden em transformar cenários cotidianos, como a relação entre uma patroa e uma empregada ou a rotina de um hospital, em tramas de suspense claustrofóbico e viciante a levou ao topo das listas de mais vendidos do The New York Times e da Amazon.Mesmo após atingir o sucesso milionário e assinar contratos com grandes editoras, ela manteve sua identidade envolta em um certo mistério e bom humor, frequentemente utilizando suas redes sociais para interagir com os leitores de forma leve, o que consolidou sua marca como a “rainha do thriller doméstico” contemporâneo.O sucesso estrondoso de A Empregada não demorou a atrair os olhares de Hollywood, resultando em um dos projetos de adaptação mais aguardados para 2026. A Lionsgate assumiu a produção do longa-metragem, trazendo nomes de peso para dar vida à trama de Millie e da família Winchester.A direção ficou a cargo de Paul Feig, conhecido por sua habilidade em equilibrar tensão e dinâmicas interpessoais complexas. No elenco, a escalação de Sydney Sweeney para o papel da protagonista Millie e de Amanda Seyfried como a enigmática Nina Winchester gerou um enorme burburinho nas redes sociais, prometendo uma entrega dramática de alta intensidade.A produção tem sido tratada como prioridade pelo estúdio, visando capturar a atmosfera claustrofóbica e os plot twists que tornaram o livro um best-seller mundial. Além de atuar, Sydney Sweeney também assumiu um papel na produção executiva, demonstrando o compromisso em manter a fidelidade ao material original que conquistou milhões de leitores. Para os fãs de Freida McFadden, a adaptação representa a consagração definitiva da autora, transportando seu estilo narrativo ágil das páginas para a tela grande e prometendo redefinir o gênero de suspense doméstico no cinema.  Um post compartilhado por CARAS (@carasbrasil)

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