Larissa Manoela desmente processo contra os pais e esclarece nova etapa da disputa judicial

Atriz busca reconhecimento de danos morais em disputa contratual com gravadora

Nesta terça-feira (18), Larissa Manoela apresentou recurso de apelação na 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca para que seja reconhecido o direito de receber indenização por danos morais em razão do contrato de exclusividade firmado em 2012 com a Deck Produções Artísticas Ltda., acordo que tinha caráter vitalício e já foi extinto judicialmente em abril. As informações são do O Globo.A defesa argumenta que a artista, contratada aos 11 anos, permaneceu vinculada por longo período a um modelo classificado como abusivo, composto por cláusulas “ilegítimas, abusivas e sem possibilidade de resilição unilateral”. A petição sustenta que o instrumento conferia aos pais da atriz poder decisório sobre a continuidade da relação, enquanto a contratada não possuía meios de encerrá-la por iniciativa própria.Os advogados afirmam que Larissa foi mantida sob dinâmica considerada restritiva, sem acesso a plataformas como YouTube e Spotify e impedida de negociar com outras gravadoras ou estabelecer novas parcerias comerciais. De acordo com a defesa, durante esse período, os responsáveis legais continuaram a usufruir economicamente da imagem e da atuação profissional da artista.O recurso será analisado pelo Tribunal de Justiça do Rio. A retificação publicada pela reportagem esclarece que a Deck Produções Artísticas Ltda. não foi criada pelos pais de Larissa Manoela e que ambos os envolvidos não integram o quadro societário da empresa.

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