Alexandre Pato vai pagar traslado do corpo de Juliana Marins após tragédia na Indonésia

A tragédia envolvendo Juliana Marins, que faleceu durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, mobilizou diversas pessoas nas redes sociais nos últimos dias. Entre elas, o ex-jogador Alexandre Pato, atualmente comentarista no SBT, tomou uma iniciativa fora dos holofotes: se ofereceu para cobrir todos os custos do translado do corpo da jovem ao Brasil.

Juliana Marins e Alexandre Pato

A tragédia envolvendo Juliana Marins, que faleceu durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, mobilizou diversas pessoas nas redes sociais nos últimos dias. Entre elas, o ex-jogador Alexandre Pato, atualmente comentarista no SBT, tomou uma iniciativa fora dos holofotes: se ofereceu para cobrir todos os custos do translado do corpo da jovem ao Brasil.O gesto ocorreu de forma privada. Pato conseguiu contato direto com os parentes por meio do Instagram, após acompanhar a repercussão do caso. A assessoria de imprensa do canal de televisão onde ele trabalha confirmou a iniciativa e indicou que, por se tratar de uma ação pessoal, o ex-atacante prefere manter discrição.“Alexandre Pato entrou em contato sim com um Instagram e conseguiu conversar com a família. Como é algo pessoal ele prefere não dar entrevistas”, informou a assessoria do SBT ao OFuxico.As leis brasileiras não preveem custeio governamental em casos de translado de corpos de cidadãos falecidos fora do país. Isso normalmente recai sobre os familiares, o que impõe uma carga financeira alta em um momento já difícil.Diante disso, o ex-jogador decidiu intervir. A ação vem sendo destacada nas redes sociais por internautas que acompanharam o drama da família, iniciado logo após a confirmação da morte da publicitária, que estava desaparecida desde o último sábado (21).Essa não é a primeira vez que Alexandre Pato se envolve em situações semelhantes. Em 2018, ele custeou parte do tratamento da influenciadora Nara Almeida, diagnosticada com câncer. Na época, o ex-atleta bancou o fornecimento de um medicamento por seis meses. Apesar do tratamento, Nara não resistiu.

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