Âncora da GloboNews sofre acidente e perde a memória

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Erick Bang revelou que perdeu a memória após acidente (Imagem: Divulgação/ GloboNews)

Âncora da Edição da Meia-Noite, na GloboNews, Erick Bang surpreendeu os seus seguidores, nesta quarta-feira (9), ao explicar o motivo da sua ausência da programação do canal de notícias. Ele contou que sofreu um acidente há três semanas e perdeu a memória momentaneamente.

“Levei 12 pontos na cabeça, fiquei com o olho do Rocky no 10° round, mas já estou bem, e o que ficou foi uma cicatriz e essa não memória…”, disse o jornalista na mensagem.

O apresentador da GloboNews, então, revelou que vai retornar ao trabalho no próximo sábado, às 12h30. Já na segunda, à meia-noite, voltará à Edição da Meia-Noite. “Então, já, já, a gente volta a se encontrar pela TV. Até lá!”, completou ele.

No dia 28 de maio, Erick Bang havia chamado a atenção dos internautas com uma publicação misteriosa no Instagram. Na legenda, ele escreveu: “A última foto, três horas antes do nada”. Agora, então, os fãs entenderam o motivo da mensagem.

Falando no canal de notícias, ontem, um momento emocionante foi visto pelos assinantes da empresa ao vivo. Comentarista da GloboNews, Flávia Oliveira não segurou as lágrimas durante sua participação no Estúdio I ao comentar a morte de Kathlen Romeu, de 24 anos. Grávida, ela foi atingida ontem por uma bala perdida em uma ação policial na comunidade do Lins, no Rio de Janeiro.

“É impossível, Maria, não se emocionar com essa história. A Kathlen era o projeto de vida de uma família, de uma avó, de um pai, de uma mãe. [Ela] Tinha a mesma idade da minha filha. Ela faria 25 anos, minha filha já completou”, emocionou.

“Então eu sei o que é ser uma mãe negra, botar uma filha negra no mundo e luta pela educação delas. Eu sou filha de uma mulher negra…”, disse a jornalista, que interrompeu sua fala para enxugar as lágrimas.

Flávia pediu desculpas à Maria Beltrão pela emoção. “Muito difícil, peço desculpas a você e aos meus colegas, mas é muito difícil ouvir o que a gente está ouvindo, assistir o que a gente tem assistido no Rio de Janeiro, esse lugar que é o cenário, o ambiente de uma ‘necropolítica de segurança pública.’ Diariamente a gente chora mortes de crianças, jovens, policiais e agora também de mulheres e bebês”, declarou.

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