Anitta reage ao saber que evangélicos pregaram na porta do seu show: ‘Falar de orixás’
Anitta reagiu ao saber que evangélicos foram até a porta do seu show para pregar o evangelho
A movimentação em torno dos Ensaios da Anitta, em Curitiba, ganhou um contorno inesperado quando um casal de evangélicos decidiu usar a entrada do evento como espaço para pregação religiosa. O show, marcado pelo clima de festa e preparação para o Carnaval, reuniu milhares de fãs, mas também se tornou cenário para abordagens sobre fé e espiritualidade. Em vídeos publicados nas redes sociais, o casal explicou o objetivo da ação e afirmou: “A gente está aqui pregando o evangelho de Jesus e lembrando essas pessoas de que Jesus morreu a morte delas”, justificando a iniciativa como um ato de amor e missão religiosa.A situação ganhou grande repercussão após a reação pública de Anitta, que surpreendeu ao adotar um tom respeitoso e bem-humorado. Em vez de confronto, a cantora respondeu de forma aberta e conciliadora, mostrando disposição para o diálogo. Em seu comentário, ela escreveu: “Adorei! Cantei na igreja católica por anos, adoro a história de Jesus. Que lindo o trabalho de vocês. Só que eu também amo falar de orixás, de outras religiões, da espiritualidade de várias formas. Se quiserem, a gente pode trocar uma ideia sobre tudo isso”. A postura chamou atenção pela tentativa de equilibrar crenças diferentes sem desqualificar nenhuma delas.A resposta de Anitta dividiu opiniões nas redes sociais. Parte do público elogiou a maturidade e o respeito com que ela lidou com a situação, vendo na atitude um exemplo de convivência entre crenças distintas. Outros criticaram a presença de pregadores em um espaço de entretenimento, defendendo que religião e eventos festivos deveriam permanecer separados.O episódio acabou indo além do caso isolado e se transformou em um debate maior sobre liberdade religiosa, tolerância e diversidade cultural. Ao escolher o diálogo em vez do conflito, Anitta transformou uma situação potencialmente polêmica em um símbolo de pluralidade, mostrando que diferenças podem coexistir quando há respeito, escuta e abertura para o outro.
