Aos 30 anos, ex-ator mirim da Globo troca os holofotes por ‘vida comum’ longe das novelas

Lembra dele? Ex-ator mirim de sucessos da Globo trocou os holofotes por uma rotina discretíssima bem longe das telinhas

O público que acompanhou as grandes produções do horário nobre no início dos anos 2000 certamente se lembra de um rosto angelical que protagonizou cenas emocionantes ao lado de gigantes da teledramaturgia brasileira. Naquela época, o pequeno talento era disputado por diretores e emocionava o país em tramas que discutiam maternidade e segredos de família.No entanto, após o sucesso estrondoso e passagens por folhetins inesquecíveis, o jovem decidiu traçar um roteiro bem diferente para a sua própria vida, longe das câmeras e dos estúdios. O nome por trás dessa trajetória é Victor Cugula.Em 2026, aos 30 anos, ele vive uma realidade distante do glamour das celebridades e da pressão da vida pública. O ex-ator mirim da Globo, que conquistou o Brasil como o pequeno Lucas de Mulheres Apaixonadas (2003), hoje dedica seu tempo aos negócios da família. Ele divide a responsabilidade de administrar uma confeitaria na região da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, com o seu irmão mais velho.Em entrevista ao portal Notícias da TV, Victor Cugula abriu o jogo sobre a decisão de abandonar a carreira artística ainda na adolescência, revelando que a fama precoce trouxe desafios escolares.“Eu acho que não me adaptei àquele estilo de vida. Eu gostava de atuar e das gravações, mas meus rendimentos nos estudos caíram na época“, revelou. Segundo ele, conciliar a rotina exaustiva de gravações com a escola se tornou um desafio insustentável para uma criança.“Achava toda a rotina muito cansativa e não consegui dar conta da escola também. Dei uma pausa pra focar nos estudos e, com o tempo, optei não seguir carreira como ator“, explicou o ex-ator mirim.Após o fenômeno de Manoel Carlos, Victor Cugula ainda integrou os elencos de Começar de Novo (2004) e a primeira fase do sucesso Alma Gêmea (2005). Contudo, o chamado para uma ‘vida comum’ falou mais alto e ele se afastou definitivamente dos folhetins em 2005.“Depois disso, acabei seguindo por outro caminho“, resumiu o empresário, que chegou a cursar a faculdade de Cinema, mas optou por trancar o curso para explorar novos rumos profissionais e pessoais.Atualmente, além de gerir o empreendimento familiar, Victor Cugula cultiva paixões distintas: o boxe e a produção de música eletrônica. Ao portal Gshow, ele contou que a música surgiu como uma válvula de escape durante a pandemia de Covid-19.“Aprendi sozinho durante a pandemia, não tinha nada para fazer. Tinha uma mesa, uma controladora e comecei a aprender. Já sabia produzir, né? Então, foi mais um hobby que adquiri durante a pandemia“, detalhou o ex-ator.Na trama de Mulheres Apaixonadas, o personagem Lucas chamou a atenção por seu passado, que foi sendo revelado ao longo dos capítulos. Criado por Helena (Christiane Torloni) como filho adotivo, ele era filho biológico do marido dela, Théo (Tony Ramos), com a ex-garota de programa Fernanda (Vanessa Gerbelli).Apesar da carga dramática, Cugula revelou que guarda boas lembranças das gravações. “Eu encarava de forma muito leve, via como uma grande brincadeira. Meu trabalho era fingir que era outra pessoa. Óbvio que eu levava com seriedade, decorava os textos. Mas as coisas eram leves, o clima era divertido. Enquanto não estava gravando, eu estava brincando com a Bruna [Marquezine], passando texto com ela“, disse ao Notícias da TV.Embora receba mensagens nas redes sociais de telespectadores até hoje, Victor preza pela discrição. Apesar da timidez, ele não descarta um retorno ao audiovisual no futuro, mas em uma função técnica e criativa, sem atuações.“Sou tímido, não é algo que pense em fazer. Gosto do audiovisual como um todo, mas acho que minha vocação seria trilha sonora“, confessou Victor Cugula em entrevista ao Gshow.Leia também: Aos 57 anos, ex-galã da Globo se reinventa em nova carreira após sofrer ameaças no Brasil  Um post compartilhado por Victor Cugula (@cugula)

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