Aos 31 anos, influenciadora morre com doença rara
Ex-atleta de futsal e influenciadora morre aos 31 anos, vítima de uma doença autoinflamatória rara e famosos lamentam a perda
Na última quinta-feira, 26, a ex-atleta de futsal Rita Ephrem, de 31 anos, faleceu em São Paulo. A influenciadora sofria de uma doença autoinflamatória rara e ainda não catalogada. Desde 2023, ela detalhou sua luta nas redes sociais, a fim de conscientizar o público e atrair atenção para seu caso, já que enfrentou uma batalha contra planos de saúde.A notícia foi divulgada através das redes sociais da famosa e gerou grande repercussão na mídia. “Hoje, a Ritinha nos deixou. Foi descansar no céu, junto dos santos e de Nossa Senhora, depois de uma caminhada marcada por muita luta, coragem e também muita dor”, iniciou o texto.“Ritinha viveu com intensidade, com fé e com um amor que tocou tantas vidas. Sua história não termina aqui — ela permanece em tudo o que plantou em cada um de nós. Seguimos com saudade, mas também com gratidão por termos caminhado com ela. Descanse em paz, Ritinha!”, finalizou a mensagem.Diante do cenário de luto, famosos lamentaram a perda da influenciadora. “Sinto muito. Ela foi forte demais. Um beijo imenso em toda família“, disse Tatá Werneck. “Estou orando pela Ritinha no céu e sua família. Que Deus conforte o coração de cada um“, comentou Sofia Liberato. Um post compartilhado por Rita Ephrem (@juntoscomaritinha)A trajetória de Ritinha foi marcada por um diagnóstico complexo que desafiou especialistas. Ela sofria de uma doença autoinflamatória causada por mutações genéticas específicas. Diferente de doenças autoimunes comuns, o quadro de Rita fazia com que 100% de suas células atacassem o próprio organismo, gerando um estado de inflamação generalizada e constante.Além da síndrome autoinflamatória, a influenciadora convivia com a imunodeficiência comum variável. Essa condição impedia que seu corpo produzisse anticorpos, tornando-a extremamente vulnerável a infecções graves. Por conta disso, vacinas não tinham efeito em seu sistema imunológico, e ela dependia de tratamentos rigorosos com imunobiológicos e corticoides diários.Rita chegou a passar mais de três anos e meio ininterruptos hospitalizada. Antes de buscar tratamento especializado em São Paulo, ela morava no Líbano, onde estudava engenharia mecatrônica e era atleta de futsal. A doença manifestou-se de forma brusca, forçando-a a abandonar seus planos e focar inteiramente na sobrevivência.Leia também: Ator de 28 anos que enfrenta câncer terminal se casou 6 meses antes de se despedir dos fãs
