BBB 26: Polícia ainda não conseguiu intimar participante investigado por importunação sexual

A Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, ainda não conseguiu intimar Pedro Henrique Espindola, investigado por suspeita de importunação sexual durante sua participação no BBB 26. O caso envolve uma tentativa de beijo forçado contra a participante Jordana.

A Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, ainda não conseguiu intimar Pedro Henrique Espindola, investigado por suspeita de importunação sexual durante sua participação no BBB 26. O caso envolve uma tentativa de beijo forçado contra a participante Jordana.De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, foi solicitada a colaboração da Polícia Civil do Paraná para localizar Pedro nos endereços informados para o cumprimento da intimação. No entanto, até o momento, ele não foi encontrado em nenhum dos locais.Em nota, a corporação informou que o caso está sendo apurado com rigor desde que os fatos chegaram ao conhecimento da autoridade policial. As diligências continuam em andamento, com apoio das forças policiais do Paraná, na tentativa de localizar o investigado e seus familiares.Informações indicam que Pedro estaria internado desde o dia 21 em uma unidade de saúde localizada em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, especializada no atendimento a pacientes psiquiátricos e dependentes químicos.O episódio ocorreu no dia 19 de janeiro, quando Pedro deixou o BBB26 após tentar beijar Jordana à força enquanto os dois estavam sozinhos na despensa da casa. Antes de abandonar o reality show, ele relatou o ocorrido à produção do programa.Em seu depoimento, Pedro afirmou que interpretou de forma equivocada a situação e acreditou, segundo ele, que o interesse fosse recíproco. Ele também disse que Jordana teria pedido sua ajuda para procurar um babyliss no local, o que o levou a entender erroneamente a situação. “Tentei beijá-la, mas entendi errado. Não era isso que ela queria”, declarou na ocasião.O caso segue sob investigação.

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