Cantor teve avião abandonado no deserto por 40 anos que foi leiloado por R$ 1,3 milhão de reais

Leilão ocorreu no dia em que o astro faria 88 anos e contou com a presença de sua viúva

Conhecido eternamente como o Rei do Rock and Roll, Elvis Presley (1935-1977) construiu um legado que atravessa gerações e continua a influenciar a música até hoje. Com sua voz marcante e presença de palco eletrizante, ele se tornou um dos maiores ícones do rock mundial. Há apenas três anos, um objeto valiosíssimo do cantor reapareceu sob os holofotes, após passar quase 40 anos abandonado no Aeroporto Internacional de Roswell, no Novo México. Se trata do jatinho que ele comprou em 1976, no seu auge. Na época, o Lockheed 1329 JetStar foi adquirido por R$ 4,3 milhões, mas em 2023, o avião foi leiloado por R$ 1,3 milhão, contrastando brutalmente com o valor original. Mas claro, o preço não diminuiu o peso simbólico da peça.Por fora, as marcas do tempo e do abandono são evidentes. No entanto, basta cruzar a porta da cabine para que o cenário se transforme completamente. O interior revestido em veludo vermelho, com detalhes dourados, segue surpreendentemente bem preservado, como se o tempo tivesse poupado aquele espaço. A aeronave chegou a transportar integrantes da banda e pessoas próximas a Presley, funcionando como um verdadeiro bastidor aéreo de uma das trajetórias mais icônicas da música mundial.O leilão aconteceu no dia em que ele completaria 88 anos, e teve a presença da ex-esposa do astro, Priscilla Presley (80). Um detalhe curioso da transação é que a oferta vencedora foi feita de forma anônima por telefone, sem holofotes nem espetáculo.O ano de 2023 também foi difícil para a viúva do cantor, que viu sua única filha com Elvis falecer. Aos 54 anos, Lisa Marie Presley sofreu uma obstrução do intestino delgado, complicação decorrente de uma cirurgia bariátrica.“A próxima coisa que me lembro é do médico falando comigo. Ele me perguntou o que eu queria que ele fizesse. Eles tinham reiniciado o coração de Lisa, mas não havia garantia de que ele continuaria batendo. Perguntei ao médico: ‘Que tipo de vida ela terá se a mantivermos nessa máquina?’. Ele olhou para mim com compaixão e balançou a cabeça. ‘Nenhuma qualidade de vida’“, desabafou Priscilla, em um dos trechos do seu livro Softly, as I Leave You: Life After Elvis.

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