Carro de US$ 3,8 milhões dado a piloto vira atração de leilão pouco antes da aposentadoria
Em 2025, seu patrimônio líquido era estimado em cerca de US$ 150 milhões, um dos maiores entre os ex-pilotos da F1
Jenson Button, um dos nomes mais respeitados do automobilismo mundial, completa 46 anos neste 19 de janeiro de 2026 relembrando uma carreira que combinou vitórias estratégicas, grandes contratos e uma fortuna construída ao longo de mais de duas décadas nas pistas. Campeão mundial de Fórmula 1 em 2009, Button acumulou rendimentos expressivos em salários, contratos publicitários e participações em diversas categorias de corrida, colocando-o entre os pilotos mais ricos da história da modalidade. Em 2025, seu patrimônio líquido era estimado em cerca de US$ 150 milhões, um dos maiores entre os ex-pilotos da F1 segundo rankings financeiros especializados.Um dos momentos mais comentados do universo automobilístico ligado à carreira de Jenson Button em 2025 foi a venda, em leilão de Miami, de um dos chassis originais da equipe Brawn GP campeã de 2009. O modelo BGP 001/01, que fez parte da coleção particular de Button após disputas judiciais com a Mercedes sobre propriedade, foi arrematado por cerca de US$ 3,8 milhões — um valor expressivo mesmo para padrões de carros de coleção de Fórmula 1. Esse bólido lendário, que foi pilotado por Rubens Barrichello durante grande parte da temporada e teve vínculo direto com o título mundial conquistado por Button, representa um dos ativos patrimoniais mais valiosos ligados a um piloto britânico no automobilismo moderno.Após encerrar sua passagem pela Fórmula 1 no fim da década de 2010, Jenson Button não deixou o esporte completamente: ele migrou para competições de resistência e participou ativamente do Campeonato Mundial de Endurance (WEC) com a equipe Jota na temporada de 2025. Contudo, o britânico confirmou a última prova oficial de sua carreira profissional nas 8 Horas do Bahrein, em novembro de 2025, aos 45 anos de idade.Button explicou que a decisão de deixar as competições completas se deve à vontade de dedicar mais tempo à família e a outros projetos pessoais, citando a intensidade da rotina nos campeonatos modernos como um dos motivos para encerrar a carreira de piloto profissional.Mesmo após a aposentadoria das corridas de alto nível, ele sinalizou interesse em continuar ligado ao automobilismo de forma menos intensa, participando de eventos históricos ou competições menores por paixão ao esporte. Um post compartilhado por Xuxa (@xuxameneghel)
