Deputado defende porte de armas para docentes após morte de professora: ‘Estado é incapaz de fornecer proteção’

Marcos Pollon falou sobre projeto na Câmara dos Deputados.

O deputado Marcos Pollon defendeu o porte de armas para docentes após o assassinato de uma professora universitária. Como explicação, ele disse que o estado não consegue, em suas palavras, “fornecer proteção para mulheres vítimas de feminicídios e outros tipos de crimes”.  + Bárbara Evans planeja casamento com deputado milionário, diz jornal“O Estado é incapaz de fornecer proteção para as mulheres. Casos como esse, incluindo feminicídios e até violência sexual contra a mulher, poderiam ser evitados se as mulheres tivessem o direito de escolha de como se defender”, pontuou via Câmara dos Deputados.Pollon é autor de várias propostas que flexibilizam o porte de arma. Entre eles está a PL 951/2023, que defende o porte de armas para mulheres em situação de violência doméstica e condição de risco à sua integridade física. Além disso, o deputado também propôs que profissionais do magistério em exercício também possam ter o porte de arma garantido, incluindo a isenção de imposto na aquisição de armas por mulheres em situação de violência doméstica ou que desempenham algum tipo de profissão noturna.  + Ex-deputado delata Moro e diz que foi agente secreto do juizPollon explicou na Câmara dos Deputados que os projetos de lei têm como objetivo evitar que outras tragédias do tipo voltem a acontecer. “A imprensa ironizou e achincalhou quando apresentei projetos de lei para facilitar a aquisição de armas por mulheres e também para que professores pudessem se defender. Se essa professora de Direito pudesse se defender, ela teria uma chance”, explicou o deputado.  Após padre citar Nikolas Ferreira durante celebração de missa em Minas Gerais. O deputado criticou a maneira com a qual o sacerdote citou o seu nome ao falar sobre o Gás do Povo, programa do governo Lula que tem dado o que falar nas redes sociais…Saiba mais!

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