Ecad lamenta morte de Cid Moreira: ‘Voz única e inconfundível’
Um dos maiores jornalistas do país, o apresentador Cid Moreira morreu na manhã desta quinta-feira, 03 de outubro, aos 97 anos. A notícia foi confirmada por sua mulher, Fátima Sampaio. O jornalista estava internado no Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, onde tratava de uma pneumonia.
Um dos maiores jornalistas do país, o apresentador Cid Moreira morreu na manhã desta quinta-feira, 03 de outubro, aos 97 anos. A notícia foi confirmada por sua mulher, Fátima Sampaio. O jornalista estava internado no Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, onde tratava de uma pneumonia.De acordo com o hospital, ele teve falência múltipla dos órgãos. O ex-âncora do Jorna acional completou 97 anos no último dia 29 de setembro e recebeu várias homenagens de amigos, que e sua maioria desconhecia o estado de saúde dele.Diante desse cenário, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) lamenta profundamente a morte do jornalista, locutor e apresentador Cid Moreira. Conhecido por sua voz única e inconfundível, ele teve uma trajetória marcante no jornalismo e na história da tv brasileira ao longo de oito décadas.Foi o primeiro apresentador do Jornal Nacional, da Rede Globo, no fim da década de 60, e ficou na bancada do telejornal por 26 anos. Neste momento de grande tristeza, o Ecad se solidariza com familiares, amigos e fãs do jornalista.Cid Moreira faz parte da gestão coletiva da música no Brasil e tem 467 composições e 207 gravações cadastradas. Com isso, os seus rendimentos em direitos autorais de execução pública serão destinados a seus herdeiros por 70 anos após a sua morte, como determina a Lei dos Direitos Autorais (9.610/98).
