Entenda a polêmica envolvendo os Minions e as Olimpíadas de Inverno
Personagens conhecidos pelo humor caótico nas telas, os Minions acabaram protagonizando uma discussão bem real no universo esportivo. Às vésperas da Olimpíada de Inverno de 2026, disputada em Milão-Cortina, a franquia entrou no centro de uma polêmica envolvendo direitos autorais e performances artísticas.
Personagens conhecidos pelo humor caótico nas telas, os Minions acabaram protagonizando uma discussão bem real no universo esportivo. Às vésperas da Olimpíada de Inverno de 2026, disputada em Milão-Cortina, a franquia entrou no centro de uma polêmica envolvendo direitos autorais e performances artísticas.O episódio envolve o patinador artístico Tomàs-Llorenç Guarino Sabaté, que preparou uma apresentação inspirada no universo de Meu Malvado Favorito. A coreografia incluía figurino temático e a música Papaya (Vaya Papayas), associada aos Minions. No entanto, a autorização para uso da faixa não foi concedida a tempo, impedindo sua execução oficial na competição.A decisão, comunicada poucos dias antes da estreia do atleta, reacendeu discussões recorrentes em grandes eventos esportivos: até que ponto referências à cultura pop podem ser incorporadas a apresentações sem esbarrar em restrições legais? Em modalidades como a patinação artística, onde música e identidade visual são parte essencial da performance, o tema ganha ainda mais relevância.Em manifestação pública, Sabaté reconheceu a frustração com a mudança de última hora, mas afirmou que seguiria competindo, adaptando-se às regras. O caso passou a ser citado como exemplo dos desafios enfrentados por atletas ao equilibrar criatividade, regulamentos esportivos e legislação de direitos autorais.Mais do que um episódio isolado, a controvérsia envolvendo os Minions reforça um debate duradouro: nos palcos esportivos globais, a imaginação também precisa jogar conforme as regras.Uma publicação partilhada por 𝓣𝓸𝓶𝓪̀𝓼 𝓖𝓾𝓪𝓻𝓲𝓷𝓸 𝓢𝓪𝓫𝓪𝓽𝓮́ // 𝓽𝓸𝓶𝓲 (@tomi_spain)
