Erika Hilton revela que Flávio Bolsonaro foi contra aprovação da criminalização da misoginia

A deputada expôs os políticos que foram contra a criação da lei, veja!A deputada federal Erika Hilton (PSOL) usou as redes sociais para celebrar a aprovação da criminalização da misoginia no Brasil, nesta última terça-feira, 24 de março. No entanto, ela compartilhou quais foram os políticos contra essa aprovação, mostrando que Flávio Bolsonaro, pré-candidato à […]

A deputada expôs os políticos que foram contra a criação da lei, veja!A deputada federal Erika Hilton (PSOL) usou as redes sociais para celebrar a aprovação da criminalização da misoginia no Brasil, nesta última terça-feira, 24 de março. No entanto, ela compartilhou quais foram os políticos contra essa aprovação, mostrando que Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência do Brasil, estava na lista!Nas redes sociais, Erika Hilton celebrou: “O Senado acaba de aprovar a criminalização da misoginia, o ódio às mulheres. Isso é um avanço civilizatório. É inaceitável que mulheres sejam atacadas, ameaçadas, desumanizadas e violentadas todos os dias, nas redes e nas ruas, simplesmente por serem mulheres“, disse.+ Carlos revela quase morte de Jair Bolsonaro e entrega verdade ao Brasil: “Hoje pela manhã”No entanto, a deputada ainda expôs: “Mas teve quem tentou impedir a aprovação. Era pra criminalização da misoginia ter sido aprovada no Senado cinco meses atrás. Mas o grupo de Flávio Bolsonaro no Senado apresentou um recurso e fez com que a proposta só fosse aprovada hoje“.“Assinaram esse recurso os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE), Marcos Rogério (PL-RO), Magno Malta (PL-ES), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Rogério Marinho (PL-RN), Márcio Bittar (União-AC), Alan Rick (União-AC), Carlos Portinho (PL-RJ), Jorge Seif (PL-SC) e Wilder Morais (PL-GO)“, revelou ela.Adiante, Erika Hilton expôs: “Sim, os bolsonaristas, que se fingem de preocupados com os direitos das mulheres e me atacaram por ser eleita Presidenta da Comissão das Mulheres da Câmara, tentaram impedir a criminalização da misoginia“, disse ela.+ Ator de conteúdo adulto é encontrado morto aos 28 anos“Os bolsonaristas, incluindo o próprio Flávio Bolsonaro, trabalharam A FAVOR do ódio às mulheres, do movimento red pill, do machismo e de discursos que legitimam o feminicídio, o estupro e a violência contra as mulheres e meninas. E é importante que todas as mulheres tenham ciência disso. Agora, o Projeto de Lei vem pra Câmara dos Deputados, onde lutarei para que ele seja aprovado sem nenhuma alteração ou tentativa de enfraquecê-lo“, contou.“Pois o tema é URGENTE, e qualquer mudança no texto faria o Projeto ter que ser aprovado no Senado novamente. A vida e a segurança das mulheres não pode esperar! Por fim, parabenizo a senadora @AnaPaulaLobato_, autora do Projeto, e a senadora @SorayaThronicke, a relatora, pelo brilhante texto e por sua aprovação“, finalizou.Veja abaixo:✊🏽 VITÓRIA!O Senado acaba de aprovar a criminalização da misoginia, o ódio às mulheres.Isso é um avanço civilizatório.É inaceitável que mulheres sejam atacadas, ameaçadas, desumanizadas e violentadas todos os dias, nas redes e nas ruas, simplesmente por serem mulheres.…— ERIKA HILTON (@ErikakHilton) March 24, 2026Carlos Bolsonaro usou as redes sociais para mostrar de sua indignação com a autorização de Alexandre de Moraes (STF) em liberar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, da prisão da Papudinha para cumprir pena em casa… LEIA MAIS!

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