Esposa de Pedro Bial desabafa após relatar assalto à mão armada: ‘Não imaginava…’
A jornalista Maria Prata, esposa de Pedro Bial, foi assaltada à mão armada enquanto caminhava com a filha pequena do casal
A jornalista Maria Prata retornou às redes sociais neste sábado, 24, para compartilhar um breve desabafo a respeito do assalto sofrido ao lado da filha pequena, Dora. As duas foram abordadas por um motoqueiro no bairro da Lapa, em São Paulo, enquanto caminhavam na calçada.Agora, após publicar um forte relato sobre o episódio, Maria agradeceu o apoio que recebeu do público e aproveitou para explicar o motivo de ter divulgado o vídeo do momento em que o crime aconteceu. Segundo a esposa do apresentador Pedro Bial, sua intenção em compartilhar o momento de desespero era reforçar a atenção com a segurança em locais públicos.Maria Prata ainda ressaltou que jamais imaginou que seu relato pudesse viralizar: “Caros, muito obrigada pelas inúmeras mensagens, carinho e cuidados comigo e com a nossa família. Postei o vídeo com vontade de nos ‘desanestesiar’. Para que a gente volte a se assustar, se surpreender, se revoltar com os absurdos. E, claro, para que a gente esteja atento, sempre. Não imaginava que ele iria tão longe“, escreveu ela.Em seguida, a esposa de Pedro Bial contou que as autoridades já iniciaram a investigação: “A polícia está mergulhada no caso, na busca por essa quadrilha. Torço para que cada vez menos gente passe por isso. Agora preciso parar de olhar para essas imagens, tirar o looping da minha cabeça e tocar a vida. Obrigada, de novo“, concluiu a jornalista.Na última sexta-feira, 23, Maria Prata, esposa de Pedro Bial, usou as redes sociais para informar que havia sido assaltada à mão armada enquanto caminhava com a filha pequena do casal, Dora. A jornalista compartilhou um vídeo, registrado por câmeras de segurança, do momento em que as duas foram abordadas por um motoqueiro.Em seu relato, a companheira de Bial contou que todos os seus pertences foram levados, incluindo a aliança de casamento. Maria ainda mencionou que o criminoso exigiu a senha de seu celular e passou a mão em sua cintura para garantir que ela não estava armada.“Hoje foi comigo. Essa imagem sem som que vemos repetidamente no feed: uma câmera de segurança, um motoqueiro de capacete e mochila de entregas, uma arma, alguém sendo assaltado na rua. Agora esse alguém era eu. Com minha caçula colada em mim. E com som, que não sai da minha cabeça“, iniciou a jornalista.“Não estava com celular na mão. Não estava ‘dando bobeira’ num ‘lugar perigoso’. Estacionei o carro em uma rua residencial (fofa, de casinhas geminadas, na Lapa) e estava andando 20m até a casa para onde íamos“, continuou ela. Em seguida, Maria explicou que, enquanto o homem tentava desbloquear seu celular, a filha, sem entender o que estava acontecendo, questionava o motivo da mãe entregar os objetos a alguém desconhecido.“Ele passou a mão na minha cintura pra ver se eu tava armada. Repeti a senha. Finalmente abriu. Ele revirou a bolsa, pegou meus cartões e saiu. ‘Mamãe, o que aconteceu?’. Dora não viu a arma, não entendeu o que tava acontecendo por um motivo óbvio: ela sequer sabe que isso acontece“, relatou Maria Prata.“Entramos na casa, fomos acolhidas por muitos amigos. Entreguei Dora pro Pedro, que estava lá, e desabei longe dela. Só ali, pelas conversas, caras e perguntas, ela sentiu o baque. Chorou, ficou com medo, ‘quero ir pra casa, mamãe’. Chegou polícia, depoimento. Horas de telefonemas cancelando tudo. Dora passou o dia falando sobre isso, processando, perguntando, querendo entender o que foi aquilo, quem era aquele cara, por que ele queria o telefone, a senha, a aliança, por que isso acontece“, contou Maria.“São 4h da manhã, não consigo dormir. Minha cabeça é um replay sem fim de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria passar na vida. Nem eu, nem a Dora, nem aquele cara. Estamos bem, têm coisas muito piores, o pesadelo poderia ser outro. Mas a vida é mesmo um sopro. Um movimento errado e o desfecho poderia ser outro, como já foi com tanta gente. Passamos as férias dedicados a mostrar para nossas filhas o Brasil mais sensacional que há. Hoje, o pior do Brasil nos atropelou. A todos os amigos que nos receberam, obrigada. Em frente. Estamos vivas“, concluiu ela.Leia também: Pedro Bial compartilha percepção que teve sobre trabalho e paternidade: “Burrice”
