Ex-BBB Gizelly Bicalho critica impunidade no caso Babal Guimarães: ‘Até quando ele vai ficar na rua?’

Após a divulgação do vídeo recente, a advogada e influenciadora Gizelly Bicalho comentou publicamente o caso, apontando reincidência e falta de punição efetiva

A fala contundente da influenciadora e advogada Gizelly Bicalho  reacendeu a cobrança por medidas mais rigorosas contra Babal Guimarães, após a divulgação de imagens em que o influenciador aparece agredindo a namorada, Karla Lessa, na área externa de um condomínio em Maceió (AL). No vídeo, registrado na madrugada de 28 de novembro e revelado nesta quinta-feira (4), Babal puxa os cabelos da modelo, a empurra contra a parede e arremessa um objeto na direção dela.Apesar de Karla não ter registrado boletim de ocorrência, a Polícia Civil de Alagoas instaurou inquérito para apurar lesão corporal. Segundo a delegada Ana Luiza Nogueira, há indícios de que o influenciador já responde por outros casos semelhantes, reforçando o quadro de reincidência.Babal foi condenado em 2023 por violência doméstica contra a ex-esposa, a influenciadora Emily Garcia, por agressões cometidas em 2019. Ele cumpre a pena de um ano, quatro meses e nove dias em regime aberto e já chegou a ser detido preventivamente neste ano por descumprir decisões judiciais.Em publicação no Tiktok, Gizelly Bicalho cobrou uma resposta mais dura da Justiça e relacionou o novo caso a uma sequência de episódios não interrompidos pela punição atual: “Babal Guimarães agrediu mais uma namorada. Ele já é condenado por violência doméstica e tá cumprindo pena no regime aberto. Agora aparecem essas imagens horríveis dele agredindo a Karla, no meio da rua, sabendo que estava sendo filmado. Imagina o que essa menina não passava dentro de casa, onde não tem câmera. O Babal não parou porque não foi preso. Ele não tem medo da Justiça. Não fez isso uma nem duas vezes, foram inúmeras, e continua solto. Até quando o Babal vai ficar na rua? Até uma namorada morrer? A Justiça de Maceió precisa tomar providências.”A fala ganhou forte repercussão e ampliou o debate sobre a efetividade das penas aplicadas em casos de violência doméstica, especialmente quando há histórico de repetição.   Uma publicação compartilhada por CARAS (@carasbrasil)

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