Ex-segurança processa Hytalo Santos e marido em meio a prisão

O influenciador paraibano Hytalo Santos e o marido, Israel Natan Vicente, receberam voz de prisão nesta sexta-feira, 15 de agosto, em São Paulo. Porém, paralelamente, o ex-segurança Marlon Bento da Silva entrou com uma ação na Justiça do Trabalho contra Hytalo e Israel. De acorro com o Notícias da TV, ele acusa o casal, de fraudar direitos trabalhistas e praticar assédio moral durante todo o contrato.

O influenciador paraibano Hytalo Santos e o marido, Israel Natan Vicente, receberam voz de prisão nesta sexta-feira, 15 de agosto, em São Paulo. Porém, paralelamente, o ex-segurança Marlon Bento da Silva entrou com uma ação na Justiça do Trabalho contra Hytalo e Israel. De acorro com o Notícias da TV, ele acusa o casal, de fraudar direitos trabalhistas e praticar assédio moral durante todo o contrato.Na petição, Marlon afirma que trabalhava em escalas de até 72 horas ininterruptas e realizava viagens de dez dias seguidos “sem qualquer planejamento prévio ou observância da legislação trabalhista”. Ele relata proibição de uso dos banheiros internos e acesso apenas então ao da piscina, “que frequentemente se encontrava em condições insalubres, sujo e com fezes e urina de cachorros”.O ex-funcionário também afirma que fazia refeições “sobre meios-fios, calçadas ou dentro dos veículos utilizados no trabalho” e acusa o casal de com “vigilância exacerbada e também excluir, sem autorização, dados de seu celular que seriam provas dos abusos.Ainda segundo a ação, o ex-segurança presenciou brigas conjugais, situações de nudez e festas com consumo de bebidas e comportamento sexualizado. Esses eventos, de acordo com a acusação, acabacam usados como material de engajamento para as redes sociais de Hytalo. “O reclamado utiliza tais eventos como estratégia de engajamento com o público digital”, diz a defesa.Marlon afirma que nunca teve a carteira assinada e que o contrato de prestação de serviços acabou usado para mascarar a relação de emprego. Ele então pede reconhecimento de vínculo, pagamento de verbas rescisórias, horas extras, adicional de insalubridade e indenização por danos morais.O processo corre no Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, na Paraíba, e não foi julgado. Até o momento, as equipes de Hytalo e Israel não responderam às tentativas de contato da reportagem.

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