Indicado ao Oscar 2026, diretor de Sirat alfineta brasileiros: Votariam até em um sapato
Oliver Laxe afirmou que os votantes do Brasil que integram a Academia são ultranacionalistas
Eita! Oliver Laxe, diretor do filme Sirat, um dos indicados ao Oscar 2026, teve uma fala bastante polêmica a respeito sobre os membros do Brasil que integram a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. O longa é concorrente direto de O Agente Secreto, na categoria Melhor Filme Internacional. Durante participação no talk show La Revuelta, da emissora espanhola TVE, o cineasta comentou que os brasileiros que estão no corpo votante da premiação, seriam ultranacionalistas e que votariam em qualquer obra nacional, independentemente da qualidade.- Eu gostei do filme brasileiro O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho. Mas há muitos brasileiros na Academia, e nós os adoramos, mas eles são ultranacionalistas. Acho que se os brasileiros submetessem um sapato ao Oscar, todos votariam nele, disse Laxe. Confira: “En la Academia hay mogollón de brasileños y los queremos un mogollón pero son ultranacionalistas. Yo creo que los brasileños presentan un zapato a los Oscar y lo votan todos”.No sabe dónde se ha metido. DEP Oliver Laxe. pic.twitter.com/NslP1u8VKaApós a alfinetada, ele também tentou amenizar sua fala com um elogiou ao longa de Kleber Mendonça Filho, afirmando que o filme é ótimo. – Mas é um ótimo filme e aquipe é brilhante. Atualmente, existem cerca de 70 brasileiros que integram a Academia. Esse número é considerado pequeno diante do total de mais de 10 mil membros espalhados pelo mundo. Vale ressaltar que entre os votantes do Brasil estão nomes de destaque como Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura, diretamente ligados a O Agente Secreto, além de Sônia Braga (O Beijo da Mulher Aranha), Rodrigo Santoro (O Filho de Mil Homens), Selton Mello (O Auto da Compadecida), Fernanda Torres (Ainda Estou Aqui), Fernanda Montenegro (Central do Brasil) e Walter Salles (Diários de Motocicleta).
