Influenciadora é presa no Rio por suspeita de vender remédios ilegais para emagrecimento

Uma influenciadora digital foi presa em flagrante nesta terça-feira (24), no Rio de Janeiro, suspeita de comercializar medicamentos de forma ilegal, incluindo substâncias indicadas para emagrecimento. A ação foi realizada por agentes da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.Larissa da Silva Caetano Anunciação foi detida ao lado do companheiro, Marcus Vinícius Silva da […]

Uma influenciadora digital foi presa em flagrante nesta terça-feira (24), no Rio de Janeiro, suspeita de comercializar medicamentos de forma ilegal, incluindo substâncias indicadas para emagrecimento. A ação foi realizada por agentes da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.Larissa da Silva Caetano Anunciação foi detida ao lado do companheiro, Marcus Vinícius Silva da Anunciação, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão conduzido pela Delegacia do Consumidor (Decon), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.Segundo as investigações, a influenciadora utilizava seus perfis nas redes sociais como vitrine para oferecer medicamentos de maneira clandestina — prática proibida pela legislação brasileira. Larissa reúne mais de 382 mil seguidores e produzia conteúdos voltados para exercícios físicos, emagrecimento e estética. Ela também administrava uma clínica especializada em harmonização facial.No perfil, eram frequentes publicações com fotos de “antes e depois”, relacionadas à perda de peso.Durante a operação, os policiais encontraram dezenas de medicamentos e suplementos armazenados em condições consideradas inadequadas na residência do casal.Entre os itens apreendidos estava a tirzepatida, princípio ativo do medicamento Mounjaro, utilizado em tratamentos para diabetes tipo 2 e emagrecimento. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a comercialização desse tipo de substância sem autorização é proibida.Larissa foi autuada por crimes contra a saúde pública e contra a economia popular. Somadas, as penas previstas podem chegar a até 20 anos de reclusão, dependendo do andamento do processo e da decisão da Justiça.O caso segue sob investigação para apurar a origem dos produtos e identificar possíveis outros envolvidos na comercialização irregular.Uma publicação partilhada por Larissa Caetano | Emagrecimento (@larissacaetanooficial)

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