Milene Pavorô vai à delegacia depor contra Ratinho, após ser chutada ao vivo no SBT por apresentador

sbt Ratinho e Milene Pavorô (Foto: Reprodução)
Ratinho e Milene Pavorô (Foto: Reprodução)

A assistente de palco do apresentador Ratinho, do SBT, foi intimada a depor algumas vezes após a repercussão do episódio em que ela é chutada ao vivo no palco pelo contratado de Silvio Santos

Uma “brincadeira” fora do comum exibida no programa do Ratinho, no SBT, acabou virando caso de polícia, após o apresentador chutar a assistente de palco Milene Pavorô – tudo aconteceu ao vivo em 2016.

De acordo com informações contadas pela própria assistente de palco, Milene Pavorô, após a repercussão negativa do episódio protagonizado por Ratinho, ela teve que ir à delegacia prestar depoimento em algumas ocasiões.

Em entrevista para o canal do YouTube “Lisa, leve e solta”, Milene Pavorô explicou que, na ocasião do polêmico episódio, ela aparece se escondendo em uma caixa de papelão que é frequentemente chutada por Ratinho. No entanto, um inquérito policial acabou sendo aberto pela Justiça de São Paulo e a atitude do apresentador do SBT foi criticada; ainda segundo a própria assistente de palco, ela foi orientada pela autoridade a acionar a Lei Maria da Penha que defende as mulheres contra violência.

Milene Pavorô, no entanto, não deu prosseguimento a recomendação de enquadrar Ratinho na Lei Maria da Penha e, pelo contrário, minimizou todo o ocorrido, dizendo que tudo não passou de “uma grande brincadeira”, e que o apresentador já havia sido avisado que ela estava dentro da caixa que ele chutou ao vivo em seu programa no SBT.

E por falar em Ratinho, o apresentador se emocionou ao repercutir, em seu programa, a notícia da morte de Gugu Liberato, que faleceu na última sexta-feira, 22, após sofrer um acidente doméstico enquanto fazia um reparo no ar-condicionado de sua casa em Orlando, nos Estados Unidos. O comunicador, que por muitos anos integrou o time de contratados do SBT e atualmente pertencia ao elenco da Record, despencou de uma altura de 4 metros e teve morte cerebral confirmada por um médico brasileiro que viajou para os EUA a pedido da família do artista para fazer uma última avaliação.

 

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