Ministro de Lula diz por que governo é contra quebra de patente do Mounjaro
Alexandre Padilha explica posição técnica
O debate sobre as canetas emagrecedoras voltou ao centro das discussões em Brasília após a Câmara aprovar, em regime de urgência, um projeto que permite a quebra de patentes de medicamentos à base de tirzepatida. No entanto, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi categórico nesta terça-feira (10/2): o governo não deve seguir por esse caminho.+ Depois do Carnaval, aliados esperam uma reviravolta no caso BolsonaroSegundo Padilha, a decisão é estritamente técnica e acompanha a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que — apesar de reconhecer a importância dos medicamentos no combate à diabetes tipo 2 e à obesidade — não recomenda que países adotem licenciamento compulsório dessas tecnologias. “Vamos continuar seguindo a orientação da organização”, reforçou o ministro.Embora tenha descartado a quebra das patentes, Padilha explicou que o governo já trabalha em outras frentes para tornar os medicamentos mais acessíveis. De acordo com ele, a Anvisa abriu editais para atrair novas empresas interessadas em produzir remédios semelhantes ainda este ano, ampliando a oferta no mercado.Outra aposta da gestão federal é o fim iminente da patente de um dos medicamentos usados para o mesmo fim. A proteção expira legalmente em março, o que deve permitir a entrada de novos fabricantes e, consequentemente, a redução dos preços. “Somos contra a extensão da patente. Queremos aproveitar essa oportunidade legal para ter mais produtores no mercado brasileiro”, explicou o ministro.Com isso, o governo espera equilibrar acesso, preços e segurança técnica, sem abrir mão do alinhamento com as diretrizes internacionais.+ BBB26: Comportamento de Babu diante de Paredão chama a atenção de rivaisO clima pesou de vez no BBB 26. Solange Couto abriu o jogo dentro da casa sobre uma traição que a sister só veio a saber recentemente — e o golpe teria vindo justamente de quem ela mais confiava… LEIA MAIS!
