‘Não conseguia andar’, diz Aline Wirley sobre doença de Antônio
Aline Wirley resolveu fazer um alerta para as mamães, em seu Instagram. A cantora fez um desabafo a respeito do aumento do número de casos de dengue no Brasil.
Aline Wirley resolveu fazer um alerta para as mamães, em seu Instagram. A cantora fez um desabafo a respeito do aumento do número de casos de dengue no Brasil.Dias atrás, Antônio, filho de Aline com Igor Rickli, recebeu o diagnóstico da doença e passou por momentos desesperadores como o de não conseguir andar. “Percebi que sou atenta, mas acho que poderia ser mais com relação à proteção. Esqueço de passar repelente às vezes nas crianças, essa é a realidade, sendo muito honesta com vocês. Tem que virar um hábito passar o protetor solar e logo depois o repelente. É muito alto o índice de casos [de dengue] no Brasil no começo do ano”, iniciou.“O Antônio teve dengue e foi desesperador porque você não sabe o que pode acontecer. Ele teve outro quadro que chama miosite, decorrente da dengue. Vocês sabem o que é? Eu não sabia. Ele ficou 3 dias com um ‘febrão’ muito alto. Nas primeiras horas não identificamos que era dengue, até levei no hospital e o exame deu que não era”, disse.“Três dias depois, baixou a febre, mas ele começou com uma dor na batata da perna. E ele falou ‘mamãe, não consigo levantar’. Ele não conseguia andar, deu uma inflamação nos membros inferiores dele. Levamos ao hospital e [descobrimos que] era decorrente da dengue. Quase que ele ficou internado, porque senão atinge o rim…”, disse Aline.Na legenda de uma das postagens, ela escreveu: “Miosite é uma doença da qual os músculos se encontram inflamados devido a um trauma, infecção bacteriana ou virótica, doenças auto-imunes (o próprio sistema imunológico do organismo ataca a si mesmo), por certos medicamentos e até mesmo por esforços físicos excessivos.”“Ela pode atingir todas as regiões do corpo provocando inflamações e causar a degeneração dos tecidos dos músculos progressivamente, resultando na perda de massa muscular. A miosite pode ainda afetar as artérias e vasos sanguíneos que percorrem o músculo”, completou.“Enfim, o que quero falar com isso é que é sério. Um tempo atrás quando teve aquela onda de zika e chikungunya a gente ficou muito atento, mas parece que esquecemos das coisas rápido. Tem gente morrendo… E a gente tem que se autorresponsabilizar, além de proteção o tempo todo, repelente, não pode água parada e tudo o que a gente já sabe”, contou.
