Pix no mundo todo? Investimento de R$ 40 milhões no Brasil pode ‘exportar’ modelo de pagamento
Pix no mundo todo: fintech britânica Due chega ao Brasil com R$ 40 milhões
Após captar US$ 7,3 milhões (aproximadamente R$ 40 milhões) em sua primeira rodada de investimentos, a fintech britânica Due iniciou suas operações no Brasil, já integrada ao Pix. A ideia é que as transferências internacionais sejam mais rápidas e baratas, com base no sistema de pagamentos do Brasil.A empresa usa stablecoins para viabilizar liquidação quase instantânea e taxas a partir de 0,2%. A empresa diz que quer transformar o Brasil em um de seus mercados estratégicos, ao lado de México e Estados Unidos, segundo informações publicadas pela Exame.Na prática, o processo começa quando o usuário faz um Pix para uma conta da Due. A partir desse envio, o valor em real é convertido automaticamente em stablecoins, que são então usadas para movimentar recursos entre países.A Due aposta em stablecoins — moedas digitais atreladas a ativos considerados mais estáveis, como dólar ou euro — para reduzir custo e tempo nas transferências internacionais. A lógica é fugir dos meios tradicionais, apontados como mais lentos e caros, e oferecer liquidação quase instantânea com cobrança a partir de 0,2%.A startup afirma estar presente em mais de 80 países e atender mais de 500 empresas. A meta indicada para 2026 é adicionar 40 países e chegar a 120.
