PM dá aula em escola cívico-militar e comete erros grotescos de português
Oposição usa episódio para criticar modelo de ensino
Na última segunda-feira (02/02), um policial militar (PM) chamou a atenção ao atuar como monitor em sala de aula na Escola Estadual Professora Luciana Damas Bezerra, no interior de São Paulo. Em suma, o episódio ocorreu no primeiro dia de funcionamento do modelo cívico-militar na unidade, e ganhou repercussão após o agente cometer erros de português ao escrever na lousa.Durante a atividade, dois policiais explicavam aos alunos movimentos básicos da rotina militar, como posição de sentido e continência. Desse modo, enquanto um dos agentes falava com os estudantes, o outro se dirigiu ao quadro para anotar os nomes dos comandos apresentados.Nesse momento, o policial escreveu “descançar” no lugar de “descansar” e “continêcia” em vez de “continência”. Na sequência, as imagens mostram que uma pessoa próxima à porta da sala parece alertar o agente sobre os equívocos. Em seguida, ele apaga as palavras e faz a correção.++ Eduardo Bolsonaro é convidado para evento com Trump e Milei nos EUAUma equipe da TV Vanguarda registrou a cena ao acompanhar o início da implantação do modelo cívico-militar na escola. Posteriormente, o vídeo viralizou nas redes sociais.Assista:Veja que tragédia: primeiro dia de AULA na ESCOLA CÍVICO MILITAR em Caçapava- SP hoje.Posições de soldado e erros de português pic.twitter.com/PI8JJwUJlk— Monica Seixas (@MonicaSeixas) February 3, 2026Os policiais que aparecem nas imagens atuam como monitores dentro da unidade de ensino e foram selecionados por meio de processo seletivo específico. Entre as atribuições previstas estão atividades de apoio e ações extracurriculares, incluindo conteúdos sobre organização do Estado e os Três Poderes.De acordo com a legislação que instituiu o programa cívico-militar na rede estadual, os agentes recebem cerca de R$ 6 mil por uma carga horária de 40 horas semanais. O valor supera o piso salarial pago aos professores da rede paulista.++ TSE barra pesquisa irregular de empresa que favorecia Flávio BolsonaroRecentemente, o padre Ferdinando Mancilio fez críticas à chamada “caminhada pela liberdade”, promovida pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Desse modo, ele disse que…. LEIA MAIS!
