Procon encontra falhas na WePink e multa marca de Virgínia em R$1,5mi
O Procon de São Paulo multou a empresa da Influenciadora Virgínia Fonseca em mais de um milhão e meio de reais por infrações
A autuação contra a WePink, marca de Virgínia Fonseca aconteceu após reclamações de seguidores e análise ao site da empresa. O principal reclamação dos consumidores seria o descumprimento dos prazos de entrega, e em alguns casos, há reclamações de não envio de todos os produtos comprados.O Procon de SP alega que a empresa não presta um bom serviço no pós compra, e que existem diversos relatos reclamando da demora para receber estorno e de uma inércia da empresa em responder às solicitações de devolução por arrependimento dentro do prazo legal.A fiscalização também diz que no começo do mês, a empresa da influenciadora deixou de informar dados importantes como endereço físico e e-mail para contato.O valor da multa foi estipulado de acordo com a gravidade das infrações, a vantagem auferida e a condição econômica do fornecedor.O Procon orienta os consumidores da marca, que continuarem enfrentando dificuldades, a formalizarem as reclamações no órgão de defesa do consumidor de seu estado ou cidade.A WePink, empresa fundada pela influenciadora e empresária Virginia Fonseca, está sendo processada pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) após o crescimento expressivo de denúncias e queixas de consumidores que alegam uma série de descumprimentos de direitos básicos previstos no Código de Defesa do Consumidor.Segundo o MP-GO, a marca é acusada de atrasos recorrentes na entrega de produtos adquiridos online, além de negligência no atendimento pós-venda. O órgão recebeu diversas reclamações de consumidores que aguardaram por semanas — e em alguns casos, meses — pela entrega de suas compras. Há ainda casos registrados em que os pedidos jamais foram entregues e os clientes não conseguiram contato com a empresa para resolução do problema.Em nota, o Ministério Público afirmou que a conduta da WePink “coloca em risco os direitos fundamentais do consumidor”, e por isso foi ajuizada uma ação civil pública pedindo medidas corretivas imediatas, além da aplicação de sanções previstas em lei.O Procon de Goiás também se envolveu no caso após registrar mais de 340 reclamações apenas entre 2024 e 2025 relacionadas à empresa. Os principais motivos incluem entregas não realizadas, ausência de reembolso, falta de resposta a solicitações de cancelamento e promessas publicitárias não cumpridas, especialmente durante ações de marketing realizadas ao vivo por Virginia nas redes sociais.
