Quem é a cantora de 36 anos que deu bônus de R$1 bilhão para funcionários
Turnê da artista pelo mundo arrecadou mais de R$ 10,8 bilhões
A cantora Taylor Swift (36) não economiza quando o assunto é investir em suas turnês, apostando em produções grandiosas e alto padrão de luxo. O resultado desse cuidado se refletiu diretamente nos números da sua última turnê, garantindo à artista um retorno financeiro extraordinário de mais de R$ 10,8 bilhões.Após o lançamento do documentário “The End of an Era” no Disney+, da artista, um trecho comovente ganhou grande repercussão nas redes sociais, e o foco nem foi a performance musical. A cena mostrou a emoção da equipe da artista ao receber uma bonificação expressiva ao término de sua turnê The Eras Tour.De acordo com a revista People, ao longo de dois anos de estrada, Swift destinou cerca de R$ 1 bilhão, aproximadamente, em bônus para os profissionais que trabalharam na turnê, um gesto que chamou bastante atenção pelo volume e pela valorização da equipe. Essa lista de beneficiados inclui motoristas de caminhão, fornecedores de alimentos e bebidas, técnicos de instrumentos, equipe de merchandising, produtores e assistentes de produção, fisioterapeutas, carpinteiros, cabelo, dançarinos, maquiagem, músicos da banda, seguranças, coreógrafos, iluminação e som, profissionais de pirotecnia, montagem de equipamentos, figurino e equipe de vídeo.Ainda segundo a publicação, em agosto de 2023, quando Taylor encerrou a primeira etapa da turnê na América do Norte, a cantora já tinha distribuído mais de R$ 298,6 milhões em bônus. No documentário, é possível entender como a artista faz essa distribuição. Ao final de cada etapa, ela prepara bonificações individuais para dançarinos, músicos e membros da equipe técnica.Para Taylor, que possui uma mansão avaliada em R$ 97 milhões, o dia do bônus é importante porque consegue criar um precedente para a turnê. Ou seja, se a turnê lucra, as pessoas que trabalham nela recebem mais dinheiro.E não para por aí. A loirinha contou ainda que escreveu mensagens à mão para cada membro da sua equipe, o que levou duas semanas. E cada bilhete é lacrado com cera e leva um carimbo exclusivo da artista.“É bonito pensar nas vidas para as quais eles vão voltar, na folga que terão, nos filhos que não veem há meses por estarem na estrada. Fazer com que isso valha a pena para eles é muito importante. Eu me sinto como na manhã de Natal”, falou a famosa, no documentário.Ela, que acumula 14 prêmios Grammy, ainda agradeceu o esforço coletivo após 152 shows realizados pelo mundo, e afirmou que essa foi uma das coisas mais difíceis que já fez ao vivo. “O espírito que demonstraram e tudo o que entregaram ao público me emociona todas as noites”, completou. Ao The New York Times, a produtora confirmou, após o último show, que a turnê foi assistida por mais de 10 milhões de pessoas. Por conta desses números, o The Eras Tour tornou-se o mais lucrativo da história, com uma receita bruta mais que o dobro de qualquer outra turnê já realizada (R$ 10,8 bilhões).O sucesso de Swift se traduz em diversos números expressivos. Além dos prêmios Grammy, ela também se tornou recordista ao vencer quatro vezes a categoria Álbum do ano, e já vendeu mais de 200 milhões de discos pelo mundo.
