Rodrigo Phavanello celebra papel em Ben-Hur e retorno à TV Record: – Casa onde vivi momentos importantes
O ator conversou com exclusividade com o Fofocas e Famosos
O ano de 2026 reserva o lançamento de diversas novas histórias épicas na TV Record, que já anunciou que grandes produções estão a caminho. Uma delas é Ben-Hur, nova série da emissora baseada no livro de Lew Wallace, que terá Rodrigo Phavanello no elenco. O ator dá vida a Vinicius, um oficial romano da marinha, mestre de veleiro, experiente e viajado, que se destaca pela postura imponente, autoridade e vaidade. A produção marca o retorno do artista à teledramaturgia e à casa onde colecionou papéis em várias novelas e séries de sucesso. Em entrevista exclusiva ao Fofocas e Famosos, Rodrigo celebra o momento atual de sua carreira e fala sobre o novo personagem. Ele começa revelando o que o papel em Ben-Hur o desafia como ator em comparação a outros papéis de seu currículo e o que mais o atraiu nele: – O que mais me desafiou foi justamente a complexidade dele. É um personagem que não é previsível, cheio de nuances e conflitos internos. Isso exige um trabalho mais sensível e detalhado. O que me atraiu foi essa possibilidade de explorar diferentes camadas humanas dentro da mesma trajetória.Em seguida, detalha como foi construir o Vinicius, um personagem com tantas camadas, que mantém uma relação rígida com os escravos, é leal a Roma e gosta de se exibir, especialmente diante das mulheres, mas também sabe reconhecer mérito e valor quando os identifica. – Foi um processo muito interessante porque ele é contraditório, como qualquer pessoa real. Existe a vaidade, a posição social, mas também um caminho de transformação e consciência. Procurei olhar para ele com empatia, entendendo suas motivações. O público pode esperar uma evolução gradual, com momentos que mostram novas facetas do personagem.Sabendo que Ben-Hur já teve adaptações icônicas no cinema e agora ganha uma versão em série, ele nos conta qual o sentimento ao dar vida a um personagem desse universo: – É uma grande responsabilidade fazer parte de uma obra tão conhecida, mas também uma oportunidade especial de apresentar uma nova leitura dessa história. A série traz uma abordagem mais próxima das relações humanas, e isso torna o processo muito rico.Rodrigo retorna à TV Record após cinco anos longe da emissora e compartilha a felicidade em estar novamente na casa onde viveu momentos importantes: – Voltar à Record tem um significado especial. É uma casa onde vivi momentos importantes, então existe uma sensação de reencontro. Chego em uma fase mais madura, com novas experiências e um olhar mais tranquilo sobre a profissão.Questionado se há algum personagem de seu currículo que você gostaria de revisitar em um remake ou continuação, ele responde: – Sempre existem personagens que deixam saudade, e revisitar algum deles seria interessante justamente pela maturidade que a gente ganha com o tempo. Mas também gosto de olhar para frente e me permitir viver novas histórias.Olhando para o início da sua trajetória, o ator revela qual considera ser a maior transformação pessoal e profissional pela qual passou: – A maior mudança foi aprender a confiar mais no processo. No começo, existe muita urgência e expectativa. Hoje tenho mais calma, mais consciência e valorizo muito a verdade em cena. Isso trouxe mais liberdade e segurança como ator.Recentemente, Rodrigo integrou o elenco da novela internacional Mahinga, produção da Diamond Films exibida pela DSTV África, e passou nove meses no continente africano durante as gravações. O artista define o trabalho como uma experiência transformadora: – Trabalhar fora do Brasil amplia o olhar, tanto pessoal quanto profissionalmente. O contato com outras culturas e formas de produção trouxe aprendizados importantes e foi um período de grande crescimento.Entre TV, cinema e trabalhos internacionais, o teatro continua ocupando um lugar importante na trajetória de Rodrigo, que finaliza revelando como enxerga esse diálogo entre os palcos e telas na carreira: – O teatro é a base da minha formação e mantém o ator em constante exercício. A televisão e o audiovisual exigem outras ferramentas, mais sutileza e precisão. Vejo essas linguagens como complementares, uma fortalece a outra.
