Scheila Carvalho rebate ataques por deixar mãe trabalhar em barraca aos 84 anos
No auge dos 84 anos, Eunice Ladeira, mãe de Scheila Carvalho, segue trabalhando em barraca de churros; veja o que a famosa disse
Nesta sexta-feira, 27/02, Scheila Carvalho rebateu críticas sobre o trabalho da mãe, Eunice Ladeira, de 84 anos. A polêmica começou após a artista revelar que a mãe perdeu seu carrinho de churros em um temporal em Juiz de Fora (MG). A ‘Morena do Tchan’ negou que a família passe necessidade e defendeu a autonomia da matriarca.O que aconteceu?”Quis compartilhar a realidade das enchentes lá na minha cidade natal, tranquilizar as pessoas sobre minha família, pedir ajuda – esse era o foco”, disse. E seguiu: “Acabei falando que a barraca de churros da minha mãe ficou submersa pelas águas e, sinceramente, eu fiquei surpresa com alguns comentários”.Na sequência, expôs os ataques: “As pessoas começaram a questionar o fato de minha mãe ainda trabalhar, dizendo que isso é um absurdo, porque eu sou rica, sou milionária, mas talvez o que esteja faltando hoje seja entender que trabalho nem sempre é sobre necessidade”.O que mais ela disse?Em seguida, a musa destacou que o trabalho é para a mãe um momento de alegria e propósito, já que é onde ela mais interage com outras pessoas. “É onde ela conversa, se distrai, se sente útil, independente, viva. Quantas vezes já falei para ela: ‘Mãe, você não precisa disso’. Já chamei para vir morar comigo várias vezes, para ela vir passar uns dias aqui em casa”, relatou.Scheila destacou que frequentemente convida a mãe para viajar à Bahia, onde a dançarina vive com o marido, sendo obrigada a fazer ‘chantagens emocionais’. “Ela é enraizada, ama estar lá. Nem viajar de férias ela aceita, porque tem medo de avião, ela tem medo de navio. Nunca viaja com a gente de férias. Por isso que vocês veem mais a minha sogra viajar sempre com a gente”, disse.Por fim, ela frisou o quanto ficou chateada pela escolha da mãe de seguir ativa ter chamado mais atenção do que a tragédia natural na cidade. “O mundo anda mesmo doente, quando as pessoas preferem atacar do que compreender. A verdade é que, no meio de tanta água, o que a gente mais precisa é resgatar a humanidade”.
