Se todo o dinheiro do mundo fosse dividido igualmente, quanto cada pessoa teria?

E se dividíssemos todo o dinheiro do mundo igualmente? Saiba como ficaria!

E se repartíssemos todo o dinheiro do mundo de forma igualitária? A ideia pode parecer simples, quase utópica, mas o cálculo é surpreendente e oferece uma nova perspectiva sobre a desigualdade global. Quando colocamos os números na ponta do lápis, o resultado impressiona — não apenas pelo valor em si, mas pela discrepância em relação à realidade enfrentada por bilhões de pessoas.Estimativas recentes apontam que existem cerca de US$ 116 trilhões em dinheiro líquido no planeta. Esse valor inclui cédulas, moedas e dinheiro depositado em contas bancárias, mas exclui bens como imóveis, empresas e investimentos financeiros mais complexos.Considerando uma população mundial em torno de 8 bilhões de pessoas, esse montante dividido igualmente resultaria em aproximadamente US$ 15 mil por pessoa, o equivalente a cerca de R$ 75 mil, usando uma conversão média. Para muitas famílias, esse valor já representaria uma mudança significativa de vida.Dinheiro líquido é o recurso imediatamente disponível para uso, como dinheiro em espécie e saldos bancários. Ele difere de ativos totais, que incluem tudo aquilo que tem valor econômico, mas não pode ser convertido em dinheiro de forma instantânea.Ativos totais englobam imóveis, terras, empresas, ações, títulos e outros investimentos. Por isso, quando se fala em “todo o dinheiro do mundo”, é importante entender que estamos lidando apenas com a parte mais acessível da riqueza global, não com tudo o que existe em valor acumulado.Se toda a riqueza global fosse considerada, e não apenas o dinheiro líquido, o valor por pessoa seria bem maior. Estimativas amplas de riqueza total global sugerem que, nesse cenário, cada habitante do planeta teria algo em torno de US$ 60 mil.

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