Síndico confessa ter matado corretora e revela motivo; VEJA VÍDEO
Polícia Civil localiza corpo de corretora desaparecida após indicação do suspeito
A Polícia Civil informou que o síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, admitiu ter matado a corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, desaparecida desde 17 de dezembro de 2025, em Caldas Novas, no sul de Goiás. O corpo foi localizado em uma área de mata após indicação do próprio investigado, que prestou depoimento às autoridades. As informações são do Metrópóles.De acordo com a apuração, agentes chegaram ao local indicado e encontraram os restos mortais em estado avançado de decomposição. A prisão de Cléber ocorreu na madrugada desta quarta-feira (28), investigado por homicídio, e o filho Maykon Douglas de Oliveira também foi detido sob suspeita de envolvimento. Um porteiro do condomínio onde Daiane morava e atuava na administração de apartamentos ligados à família do síndico foi levado para prestar esclarecimentos, enquanto a polícia analisa a participação de cada pessoa citada.No depoimento, Cléber afirmou que o crime aconteceu no subsolo do prédio no dia 17 de dezembro de 2025, após um confronto verbal intenso no local. O síndico declarou que agiu sozinho e que, depois do ato, colocou o corpo de Daiane na carroceria de uma picape e saiu do condomínio.Essa narrativa diverge da versão apresentada no primeiro interrogatório, quando Cléber declarou que não saiu do edifício naquela noite. Imagens de câmeras de segurança já examinadas pela investigação mostram o síndico deixando o condomínio por volta das 20h, conduzindo o veículo mencionado.Antes do desaparecimento, Daiane desceu ao subsolo para verificar uma queda de energia no apartamento. As gravações mostram a corretora entrando no elevador e conversando com o porteiro sobre o problema. Depois disso, ocorre um intervalo de cerca de dois minutos nas imagens, no momento do retorno ao subsolo, sem registros de saída do prédio ou retorno para casa.Outro ponto analisado pela polícia envolve o hábito de Daiane de gravar deslocamentos com o celular e enviar os vídeos a uma amiga. Um desses materiais, feito no subsolo, não foi entregue. A corretora usava roupas simples, deixou a porta do apartamento destrancada e não levou objetos pessoais. Existia uma viagem programada para Uberlândia, em Minas Gerais, no período do Natal, que não se concretizou, assim como não ocorreram contatos com familiares após aquela manhã.Após semanas sem sinais de vida, a investigação passou a tratar o caso como homicídio. As prisões resultaram de oitivas, análises técnicas e cruzamento de dados conduzidos por uma força-tarefa da Polícia Civil.O síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessou o homicídio da corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, que estava desaparecida há mais de um mês, e levou a polícia até o local onde havia deixado o corpo. Ele foi preso na madrugada desta quarta-feira (28).Segundo a… pic.twitter.com/p35nACMkuG
