Sócio de Leo Dias pagou R$ 2 milhões a influenciadores para atacar Banco Central
Investigação expõe campanha orquestrada e paga para pressionar autoridades e manipular opinião pública em defesa do Banco Master.
Thiago Miranda, administrador das empresas do jornalista de fofocas Leo Dias e dono de uma agência de publicidade, está no meio de uma grande polêmica.Documentos e mensagens obtidos por reportagem do jornal O Estado de São Paulo ligam Miranda diretamente à operação que contratou influenciadores para atacar a decisão do BC de liquidar o Banco Master, de Daniel Vorcaro.+ Apresentadora provoca polêmica ao ironizar queda de BolsonaroA investigação revela que André Silva Salvador, responsável pelo recrutamento, se apresentava como parceiro de Thiago Miranda, gestor das empresas do jornalista Leo Dias, a quem chamava de “sócio do grupo Leo Dias”.Registros comerciais confirmam que Miranda administra a Leo Dias Comunicação e Jornalismo Ltda. Apesar da menção a esses nomes, os contratos foram formalizados pela UNLTD, empresa de Salvador.Por meio dessa firma de capital irrisório, eram oferecidos acordos confidenciais de até R$ 2 milhões. O “projeto DV” – alusão a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, previa multa de R$ 800 mil por quebra de sigilo.A campanha usava despachos do TCU para gerar desconfiança sobre a liquidação técnica do banco. A falsa revolta espontânea era, na verdade, uma milícia digital fabricada. A operação também abordou políticos.Enquanto o ministro do TCU recuou de uma inspeção direta, um senador pediu investigação por abuso de autoridade. O caso expõe a hipocrisia de setores que, envolvidos com o Master, atacam publicamente o BC por “politização”, quando a ofensiva era, na realidade, uma campanha paga e secreta para proteger interesses privados com uma narrativa falsa.A cantora Ana Castela negou os rumores de que teria reatado o relacionamento com Zé Felipe durante um cruzeiro nesta terça-feira (6)… LEIA MAIS!
