Split, aparelho de janela ou portátil: Saiba como escolher o modelo de ar-condicionado ideal

Split, janela ou portátil apresentam diferenças de custo, consumo e instalação

Com a chegada do verão e o aumento das temperaturas, cresce a procura por ar-condicionado e, junto com ela, as dúvidas sobre qual modelo escolher. Especialistas indicam que a decisão deve considerar preço inicial, consumo de energia, tipo de instalação e perfil de uso do morador, já que cada aparelho apresenta vantagens e limitações. As informações são do g1.Fabricantes e técnicos recomendam avaliar também a eficiência energética e a durabilidade do equipamento, que pode chegar a até 20 anos quando passa por limpeza regular e manutenção adequada. Além disso, o impacto do ar-condicionado na conta de luz tende a ser relevante, principalmente em residências onde o uso diário se estende por várias horas.O selo de eficiência energética é um dos principais critérios na hora da compra. Aparelhos classificados com selo A costumam ter preço mais elevado, porém oferecem menor gasto de energia ao longo do uso, desde que operem dentro das normas do Inmetro. Especialistas orientam comparar o valor do equipamento com a economia futura, já que o ar-condicionado pode representar cerca de metade do consumo mensal de energia em uma residência.O modelo split, especialmente com tecnologia inverter, costuma ser apontado como o mais econômico e silencioso. Ele possui uma unidade interna e outra externa, consome menos energia e pode reduzir significativamente os gastos ao longo do tempo. Em contrapartida, exige investimento maior na compra e na instalação, que precisa ser feita por técnico especializado e pode demandar adaptações estruturais.O ar-condicionado de janela segue como alternativa viável em muitos imóveis, sobretudo os mais antigos. O custo do aparelho e da instalação tende a ser menor quando já existe abertura adequada na parede ou na janela. No entanto, esse modelo utiliza tecnologia mais antiga e costuma consumir mais energia, o que pode pesar na conta de luz com o passar dos meses.Já o ar-condicionado portátil se destaca pela facilidade de uso e pela ausência de obras para instalação. Basta conectá-lo à tomada e posicionar a saída de ar. Apesar dessa praticidade, especialistas alertam para a menor eficiência na refrigeração e para o consumo elevado de energia, o que limita sua indicação a situações específicas.Outro ponto essencial é o cálculo correto da potência em BTUs, que deve levar em conta o tamanho do ambiente, incidência de sol, número de pessoas e presença de aparelhos que emitem calor. Uma escolha inadequada pode resultar em baixo desempenho ou gasto excessivo de energia.Para reduzir o consumo, técnicos recomendam manter filtros limpos, usar o aparelho com portas e janelas fechadas, evitar temperaturas muito baixas e proteger a unidade externa do sol. Medidas simples como fechar cortinas, ventilar a casa durante o dia e concentrar o uso do ar-condicionado à noite também ajudam a equilibrar conforto térmico e economia.

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