Taís e Lázaro recebem viúva de Nelson Mandela: ‘Honra’
Taís Araújo e Lázaro Ramos viveram um dia marcante na quarta-feira, 13 de agosto, ao receberem em casa a ativista moçambicana Graça Machel. Conhecida mundialmente por sua atuação em defesa da justiça social e da educação, Graça foi a terceira esposa de Nelson Mandela e é reconhecida pela ONU por sua luta pelos direitos das crianças em contextos de conflito.
Taís Araújo e Lázaro Ramos viveram um dia marcante na quarta-feira, 13 de agosto, ao receberem em casa a ativista moçambicana Graça Machel. Conhecida mundialmente por sua atuação em defesa da justiça social e da educação, Graça foi a terceira esposa de Nelson Mandela e é reconhecida pela ONU por sua luta pelos direitos das crianças em contextos de conflito.Antes de se casar com Mandela, em 1998, Graça Machel já tinha uma trajetória relevante. Foi casada com Samora Machel, primeiro presidente de Moçambique, e ocupou o cargo de Ministra da Educação e Cultura do país. Sua atuação no cenário internacional consolidou seu nome como uma das vozes mais importantes em questões sociais na África.Nas redes sociais, Taís e Lázaro compartilharam registros e sentimentos sobre a visita. “Ontem tinha tudo para ser uma terça-feira comum, mas não foi! Tivemos a honra de receber em casa Graça Simbine Machel Mandela, uma das maiores ativistas do mundo pela dignidade, pela educação e pelos direitos das crianças em países em conflito. Chiques, né?”, escreveram.O casal contou que a conversa abordou desde barreiras para acesso ao ensino básico até a universidade. Eles também passaram pela luta pela libertação de Moçambique e pela experiência de Graça como ministra. “Conversamos sobre sua trajetória, das barreiras para acessar o ensino básico, à universidade, à luta pela libertação de Moçambique, passando pelo seu trabalho como Ministra da Educação e Cultura, reconhecida pela ONU”, relataram.Taís e Lázaro também apontaram como reduzem histórias de mulheres de destaque, muitas vezes, a seus papéis como esposas de grandes líderes. “Todo esse percurso e prestígio me fizeram pensar sobre como é frequente o apagamento do protagonismo feminino: tentam reduzir sua história ao fato de ter sido primeira-dama de dois países africanos, ao lado de Samora Machel e depois de Nelson Mandela, quando, na verdade, sua vida e luta vão muito além disso”, afirmaram.Atualmente, Graça integra o grupo The Elders e lidera uma organização que apoia mulheres empreendedoras no continente africano. “Hoje, integrando o The Elders e liderando uma organização que apoia mulheres empreendedoras no continente africano, Graça segue incansável na sua missão de transformar vidas”, acrescentaram em seguida. “Obrigada, Graça, por compartilhar sua história, seu tempo e suas vivências e pela capulana linda, tornando nossa terça-feira tudo, menos comum. Já combinamos a volta”, concluíram, por fim.
