Veja o que a PM Gisele disse ao marido coronel um dia antes de ser morta; VÍDEO

Investigação aponta uso do celular após disparo e recuperação de conversas apagadas

A soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana foi encontrada morta com um tiro na cabeça no dia 17/03 (17/03), dentro do apartamento onde morava em São Paulo, e a investigação revelou que o celular da vítima foi desbloqueado e teve mensagens apagadas após o disparo. As informações são do g1.A apuração da Polícia Civil identificou desbloqueios do aparelho em horários posteriores ao tiro, que foi ouvido por uma vizinha por volta de 7h28. O contato com a polícia ocorreu às 7h54min58s, conforme dados analisados pelos investigadores.Dados extraídos do celular apontaram troca de mensagens entre a vítima e o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, no dia anterior ao crime, com menções à separação. As conversas não apareceram no aparelho do oficial, mas foram recuperadas no telefone da vítima.A Justiça determinou a prisão preventiva do oficial no dia 18 de março, após denúncia por feminicídio e fraude processual. A versão inicial apresentada por Geraldo, que atribuía a morte a suicídio após uma briga, foi descartada diante de laudos periciais que apontaram homicídio.Veja:PM Gisele disse a marido coronel um dia antes de ser morta que ele ‘confundiu carinho com autoridade, amor com obediência’ https://t.co/658cE3BdyO #g1 pic.twitter.com/FUjNyB7UIo

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