Adriane Galisteu revela dificuldades com cigarro após morte de Ayrton Senna

Adriane Galisteu
Adriane Galisteu relatou problemas com cigarro após a morte de Ayrton Senna (Imagem: Reprodução / Instagram)

Houve um tempo em que mulheres fumando eram consideradas símbolos de elegância, mas hoje há várias campanhas contra o tabagismo, visto os males que causa para a saúde. Adriane Galisteu lidou com esse dilema durante 20 anos e foi ainda mais difícil deixar o cigarro depois da morte de Ayrton Senna.

A apresentadora, em seu canal do YouTube, falou sobre como foi tenso o processo de parar de fumar: “Foi a coisa mais difícil na vida. Na minha cabeça, eu representava uma pessoa saudável. Então sempre pedia: ‘Por favor, não me fotografem fumando’. Eu fumava num grau, que fumava até onde não podia“.

A loira explicou que começou com o vício aos 15 anos, mesmo com antipatia ao hábito: “Eu comecei adolescente, mesmo tendo raiva de cigarro. Eu implicava com meu pai, que acabou morrendo aos 54 anos. Ele era alcoólatra e fumava. De repente eu me peguei roubando os cigarros dele“.

Adriane conseguiu parar de fumar pela primeira vez aos 18 anos e pouco depois começou a namorar Ayrton Senna, mas teve uma recaída: “Já não fumava quando conheci o Ayrton, até porque se o cigarro ainda estivesse na minha vida, nós nem começaríamos a nos relacionar, ele tinha horror a isso. Até que em 1994, o Senna morreu, meu mundo caiu junto com ele e eu fui morar em Portugal“.

Depois da trágica morte do piloto, a apresentadora foi morar além-mar com um amigo de Ayrton, de nome Braga, durante um ano. O dono da casa foi dar uma volta ao mundo e deixou ela sozinha no país europeu por alguns momentos.

Foi daí que o vício em cigarro retornou de vez, como relatou: “Desceu igual caramelo! Aproveitou o momento de baixa estima, de solidão, de tristeza, de angústia… Eu sabia que não era legal e que estava fazendo uma grande cagada“.

Mesmo praticando esportes e corrida, Adriane confessa que arranjava desculpas para continuar fumando. “Eu não vou parar com medo de engordar, não vou parar porque sou feliz fumando e eu fumo pouco“. Ela continuou fumando, mesmo grávida de Vittorio (9) e continuou até o garotinho completar dois anos. O momento que a chocou foi quando viu o filho imitando seus gestos de fumante.

Emílio Surita a ajudou indicando um chiclete específico, mas Adriane Galisteu não curtiu a dica: “Solta uma coisa e vicia na outra. Eu queria largar na marra“. Ela recebeu a indicação de um profissional por Isabella Fiorentino, que afirmou ter conseguido fazer sua família inteira parar de fumar desse jeito.

Foi daí que a apresentadora conseguiu e aconselhou seus seguidores a mudar os hábitos associados ao fumo. “É uma mentira falar comigo que consigo controlar cigarro. Não quero nunca mais chegar perto disso, porque é um alívio se livrar. É uma sensação de liberdade“, desabafou a loira, sobre o feito de ter conseguido largar o cigarro.

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