Plano de Flávio Bolsonaro ameaça Farmácia Popular e acesso a medicamentos para 27 milhões

Os números assustadores por trás dos cortes de Flávio

A promessa de Flávio Bolsonaro virou um quebra-cabeça preocupante: cortar entre R$ 190 bilhões e R$ 200 bilhões em despesas públicas. Parece uma cifra tão grande que fica difícil de processar, mas quando começamos a decompor onde viriam esses cortes, as coisas ficam bem mais assustadoras.

O Farmácia Popular, por exemplo, não aparece listado no plano de governo entregue ao TSE. Só que a gente sabe que esse programa atendeu 27 milhões de brasileiros em 2025, oferecendo acesso a medicamentos essenciais de forma gratuita ou subsidiada. Quer dizer, 27 milhões de pessoas que dependem desse programa para não ficar sem remédio.

A indagação que fica é: se Flávio precisa cortar R$ 190 bilhões, o Farmácia Popular está blindado ou vai para o ralo? O documento não deixa claro, e isso assusta gente que depende do programa para cuidar da saúde.

Especialistas começaram a conectar os pontos. Se você tem um programa que atende praticamente uma décima parte da população brasileira e ele não está mencionado como “protegido” em um plano de cortes massivos, bem… você entende a preocupação, não é? A gente está falando de pessoas que teriam que escolher entre comer ou tomar remédio.