Flávio Bolsonaro enfrenta revolta de policiais por proposta de fim da marcação de munições

Policia civil sai de salto com posição de Flávio sobre munições de segurança

Policiais civis e outros agentes que trabalham na segurança pública não tão curtindo nada a proposta de Flávio Bolsonaro de acabar com a marcação de munições utilizadas pelas forças de segurança. E não é pra menos — a medida causa polêmica porque levanta questões sobre rastreabilidade e responsabilidade.

A raspagem de balas é um assunto sensível demais na corporação. A maioria dos profissionais entende que marcação ajuda a investigar crimes, a responsabilizar abuso de força e a manter um controle necessário sobre o uso de armamento nas ruas. Tirar isso do jogo seria como andar de olhos fechados.

Vídeos circulam nas redes de policiais desabafando sobre a posição de Flávio no tema. Eles apontam que essa defesa soa estranha considerando as relações políticas que o senador mantém com personagens ligados a milícias — aquela turma que não segue regra nenhuma.

A indignação entre os agentes de segurança é real e crescente. Para muitos, a proposta beneficia exatamente quem não deveria ser beneficiado — grupos que operam fora da lei e com impunidade. Flávio precisa explicar melhor essa posição porque os policiais tão achando meio obscuro.